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O Itaú BBA elevou a recomendação de Yduqs (YDUQ3), dona das marcas de ensino superior Estácio e Ibmec, de market perform (desempenho igual a média do mercado, equivalente à neutro) para outperform (desempenho acima da média do mercado, equivalente à compra). O preço-alvo também foi elevado de R$ 16 para R$ 19. Às 11h25, as ações da Yduqs subiam 8,77%, a R$ 15,01.
Após o forte rali do setor em 2025, a Yduqs ficou atrás de seus pares, mas o banco vê isso como uma oportunidade, dada a avaliação atrativa da companhia de 7 vezes P/L (Preço sobre lucro) estimado para 2026 e o potencial de forte geração de caixa.

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O Itaú BBA prevê crescimento de 5,5% da receita líquida em 2026, impulsionado por expansão mais forte no segmento presencial, enquanto a área digital deve sofrer pressão com a migração de alunos.
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Segundo o banco, a rentabilidade deve permanecer praticamente estável, já que menores contingências, inadimplência e controles mais rígidos de despesas administrativas compensam provisões ligadas à remuneração variável de 2025. As projeções indicam margem EBITDA ajustada consolidada de 33,5% em 2026.
O banco estima fluxo de caixa livre ao acionista (FCFE) de R$ 508 milhões em 2026, equivalente a yield de 14%, apoiado por maior EBITDA e menores despesas financeiras, já considerando o impacto reduzido do modelo de financiamento privado.
Cogna (COGN3)
Para a Cogna, o banco também elevou a recomendação de neutro para compra e aumentou preço-alvo de R$ 3,30 para R$ 6, sustentada por melhora no desempenho operacional, com perspectivas consistentemente fortes para 2026 em todos os segmentos, além de um FCFE yield atrativo de 10% para 2026. Às 11h25, as ações da companhia subiam 3,30%, a R$ 4,70.
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O Itaú BBA projeta receita líquida consolidada de R$ 7,866 bilhões em 2026, alta de 11% na comparação anual. O crescimento deve ser impulsionado pela força contínua do segmento presencial, pelo bom desempenho da KrotonMed, por tendências positivas de ACV (valor anual de contratos) na Vasta e por crescimento de dois dígitos na Saber, apoiado pela sazonalidade do PNLD (Programa Nacional do Livro e do Material Didático).
A rentabilidade da Kroton deve permanecer estável, já que menores despesas com provisão para devedores duvidosos (PDA) compensam a pressão sobre a margem bruta decorrente da adaptação às novas regras. A Vasta tende a se beneficiar de maior alavancagem operacional, enquanto as margens da Saber devem se comprimir em razão da concentração de compras de conteúdo.
No consolidado, o banco estima margem EBITDA ajustada de 32,4%, praticamente estável ano a ano. A conversão mais forte de EBITDA em caixa e menores despesas financeiras devem resultar em fluxo de caixa livre ao acionista (FCFE) de R$ 840 milhões em 2026, equivalente a yield de 10%, já descontado o pagamento não recorrente de R$ 26 milhões relacionado à aquisição da Vasta, previsto para o primeiro trimestre de 2026.
Cruzeiro do Sul (CSED3)
Entre as small caps, o Itaú BBA prefere a Cruzeiro do Sul (CSED3), impulsionada pela forte geração de caixa livre, refletida em um FCFE yield esperado de 13% em 2026, além do posicionamento estratégico como possível beneficiária de um futuro ciclo de fusões e aquisições.
O Itaú BBA prevê crescimento de 9% da receita líquida em 2026, impulsionado por tíquetes médios mais altos no segmento presencial, bom desempenho dos programas híbridos sob as novas regras e expansão da receita de ensino a distância com ajustes de preços para alunos veteranos.
A rentabilidade deve melhorar à medida que medidas de eficiência implementadas nos últimos trimestres ganhem tração, com despesas de provisão para inadimplência apresentando a maior diluição. O banco projeta margem EBITDA ajustada de 32,2%, alta de 1,2 ponto percentual em relação ao ano anterior.
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O Itaú BBA estima FCFE de R$ 335 milhões em 2026, equivalente a yield de 13%. Com isso, mantém recomendação de compra e elevou preço-alvo de R$ 6 para R$ 10.
Vitru (VTRU3)
O Itaú BBA mantém recomendação de compra e elevou preço-alvo para R$ 22. O banco projeta crescimento de 5% na receita líquida em 2026, apoiado por forte aumento do tíquete médio dos alunos veteranos, o que deve compensar a estabilidade nas novas matrículas diante das restrições regulatórias e de uma base de comparação mais difícil.
A rentabilidade deve permanecer estável, já que a maior alavancagem operacional tende a ser neutralizada por aumento das despesas administrativas após a recente reestruturação corporativa. Nesse contexto, o banco espera margem EBITDA ajustada de 37,6%, praticamente inalterada na comparação anual.
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O FCFE projetado para 2026 é de R$ 341 milhões, equivalente a yield de 16%.
Ânima (ANIM3)
O Itaú BBA reitera classificação de compra e elevou preço-alvo de R$ 5 para R$ 7. O banco estima receita líquida consolidada de R$ 4,211 bilhões em 2026, com aceleração do crescimento à medida que o segmento Core retoma a expansão da base de alunos e os programas híbridos ganham escala, enquanto o desempenho sólido da Inspirali compensa a fraqueza do ensino a distância.
A lucratividade deve se manter estável, já que ganhos de eficiência devem ser reinvestidos para melhorar a experiência dos estudantes. Assim, o banco projeta margem EBITDA ajustada de 37,2%, praticamente estável ano a ano.
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O FCFE esperado para 2026 é de R$ 249 milhões, o que representa yield de 13%.
Ser Educacional (SEER3)
O Itaú BBA mnatém recomendação neutra e elevou preço-alvo de R$ 12 para R$ 14. O banco projeta crescimento de 6,5% da receita líquida em 2026, sustentado por bom desempenho das matrículas presenciais, enquanto o ingresso no ensino a distância deve cair devido às restrições regulatórias e à migração de alunos para programas híbridos.
Segundo relatório, a rentabilidade deve melhorar, impulsionada por ganhos operacionais e pelo amadurecimento dos cursos de medicina recentemente autorizados. Nesse cenário, o banco estima margem EBITDA ajustada de 25,6% em 2026, alta de 1,0 ponto percentual em relação ao ano anterior.
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Por fim, o FCFE projetado é de R$ 211 milhões em 2026, equivalente a yield de 15%.