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SÃO PAULO – Após oscilar entre o território positivo e o negativo durante toda a terça-feira, o dólar comercial encerrou a sessão em leve alta, tendo sido impulsionado pela atuação do Banco Central nos minutos finais das negociações.
Segundo operadores de mercado, o BC teria aceitado propostas de 7 instituições, exigindo taxa de corte de R$ 2,263. Este foi o décimo quinto leilão de compra realizado pela autoridade monetária no mês de outubro.
Petróleo opera em forte alta
A alta do petróleo também impulsionou a cotação da moeda norte-americana nesta terça-feira. As cotações do barril operam em alta, com sinais de que o consumo de combustíveis aumentará ao final da temporada de furacões e com a chegada do inverno no hemisfério norte.
É importante revelar também que existem divergências sobre a eficácia da cobertura estatística do Departamento de Energia dos EUA. Alguns analistas acreditam que o efeito de redução da demanda pode estar ocorrendo mais pelo impacto dos furacões que por efeitos estruturais.
Dólar em alta
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,2610 na compra e R$ 2,2640
na venda, leve alta de 0,13% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,4900, representando um ágio de 10,13%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 1,71% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 14,66%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.268,
leve alta de 0,09% em relação ao fechamento
de R$ 2.266
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da última segunda-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em alta de 0,18%,
atingindo R$ 2.294 frente
à R$ 2.290 do fechamento anterior.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 3,27% para dezembro de 2005, estável em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2006, encerrou a 3,41%, com queda de 0,05 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.