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SÃO PAULO – O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) apresentou variação de 6,08% no fechamento de 2011, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os alimentos tiveram variação de 6,27% e os não alimentícios, 6%. Em 2010 os alimentos subiram 10,82% e os não alimentícios 4,63%.
Em relação ao encerramento do mês de dezembro, o INPC apresentou variação de 0,51%, abaixo do resultado de 0,57% de novembro e do apontado em dezembro de 2010, quando havia ficado em 0,60%.
No período, os produtos alimentícios apresentaram variação de 1,14%, enquanto os não alimentícios aumentaram 0,23%. Em novembro, os resultados ficaram em 1,18% e 0,30 %, respectivamente.
Regionais
Dentre os índices regionais mensais, Salvador, com 0,83%, apresentou o maior resultado, impactado pela alta de 2,05% dos alimentos e de 7,84% da gasolina. “Em posição inversa, Porto Alegre (0,04%) ficou com o mais baixo resultado do mês, justamente em razão da taxa dos alimentos, que apresentou queda de 0,10%”, revela o IBGE.
Entenda o Índice Nacional de Preços ao Consumidor
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor é calculado desde 1979 pelo IBGE em nove regiões metropolitanas do Brasil, além dos municípios de Goiânia e Brasília. Sua diferença em relação ao IPCA, também medido pelo IBGE, é que o INPC leva em conta apenas às famílias com rendimento entre 1 e 8 salários mínimos, enquanto o IPCA considera um intervalo entre 1 e 40 salários mínimos.