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Inovação e tecnologia vão nortear expansão do setor elétrico

Com a entrada de novos consumidores para o mercado livre, Grupo Delta Energia investe em sistemas tecnológicos de última geração para atender em escala

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O Banco Central (BC) anunciou este ano recordes em operações com pagamentos instantâneos. Um dos últimos levantamentos da autoridade monetária no Brasil mostrou que o PIX movimentou R$ 76,103 bilhões em 152,7 milhões de transações em um só dia de setembro. A expansão do mercado financeiro tem sido cada mais veloz e a tecnologia uma aliada neste processo. Este cenário serve de exemplo para o setor elétrico nacional, quando o consumidor poderá escolher e negociar os preços de energia com seu fornecedor, fazendo uso de recursos tecnológicos de última geração.

“Pela legislação atual, hoje o mercado livre de energia abrange grandes e médias empresas. Não é um serviço em grande escala. Porém, este quadro vai mudar, porque a perspectiva é de uma adesão gradativa e massiva da população brasileira ao mercado livre de energia quando pudermos atender todos os consumidores de baixa tensão”, diz Luiz Fernando Leone Vianna, vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia – empresa que transaciona cerca de 5 mil megawatts (MW) médios por mês no mercado livre, o que corresponde a 8% do consumo de energia do país.

O executivo projeta que cerca de 40% dos 90 milhões de consumidores de energia elétrica devem aderir ao mercado livre com a liberação para todos os públicos, de residenciais a grandes empresas e indústrias. “Sem a tecnologia não será possível atender os consumidores em escala, com custos competitivos e diferenciais no setor elétrico nacional”, diz o VP Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia.

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Uma amostra significativa de crescimento deste mercado começa em 1º de janeiro de 2024 com a vigência da portaria 50/2022 do Ministério de Minas e Energia. Com a nova norma, pequenos e médios estabelecimentos comerciais e industriais – padarias, açougues, farmácias, shoppings, hotéis e galpões – em alta e média tensão sem limite de consumo estão liberados para entrar no mercado livre de energia. Um levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) aponta que existem 72 mil potenciais consumidores dentro deste perfil com condições de aderir ao mercado livre a partir do ano que vem.

Esses consumidores podem ter, entre outros benefícios, uma economia de até 40% na conta de luz. “Esperamos uma democratização não só da possibilidade de redução da fatura de luz, como do acesso a um produto taylor made, sob medida para atender a necessidade de cada consumidor”, diz Vianna. Assim, o avanço do setor elétrico demandará fortes investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para um atendimento em escala.

Tecnologia a favor do consumidor

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A ideia é trazer facilidades ao consumidor com uso da tecnologia. Além dos descontos na fatura mensal com a migração para o mercado livre, a sociedade pode se beneficiar de investimentos que estão sendo feitos por empresas do setor com ferramentas tecnológicas de ponta que ajudam na gestão e, consequentemente, no consumo racional de energia.

A LUZ, fornecedora digital de energia – varejista na comercialização do Grupo Delta Energia – vai disponibilizar medidores inteligentes para serem instalados no quadro de luz, que permitirão a gestão e o controle do consumo de estabelecimentos comerciais e industriais conectados em média e alta tensão. “Essa é uma ferramenta tecnológica que garante o controle e a previsibilidade da fatura de energia elétrica e o consumidor, ao longo do tempo, poderá fazer um comparativo de seus gastos entre o mercado livre e o cativo”, explica Vianna.

As empresas também precisarão adequar processos e fluxos, tornando-os mais eficientes na gestão do consumo de energia. Para atender a essa fatia do mercado, a Delta Energia lançou este ano a Wisebyte, que tem a inteligência artificial como carro-chefe de suas operações. A empresa oferece serviços agregados em software e hardware em grande escala para os setores de energia e telecomunicações a partir de soluções tecnológicas de última geração.

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Os investimentos em tecnologia e novas frentes de negócios serão essenciais às empresas que buscam crescimento progressivo a partir da abertura total do mercado de energia. “Há espaço para todas as organizações que, realmente, se prepararem para atender a essa grande e massiva demanda de consumidores. Para quem aderir ao mercado livre é fundamental ter a segurança que o fornecimento de energia será garantido. Por isso, todos devem ficar atentas às opções do mercado”, alerta o VP Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia.

Aprendizados do mercado financeiro

Transformações disruptivas como a prevista no setor elétrico brasileiro a partir da abertura total do mercado já aconteceram em vários outros segmentos no país e no mundo. Nesses processos, inovação e tecnologia contribuíram para impulsionar a expansão setorial.

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No mercado financeiro, por exemplo, houve investimentos que garantiram um sistema mais digital e ágil para atender a um consumidor que busca facilidades e otimização de tempo e custos. No Brasil, o primeiro cartão de crédito surgiu em 1968 e o caixa eletrônico só veio em 1983. A TED (Transferência Eletrônica Disponível), lançada em 2002, foi o primeiro resultado da integração – uma movimentação que fazia valores serem transferidos de um banco para o outro no mesmo dia. Hoje, o mercado acompanha recordes de movimentações instantâneas sendo batidos com frequência, com tendência de crescimento acelerado.

Segundo o VP Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia, vários outros mercados no Brasil avançaram na medida em que apostaram na tecnologia. “Mercados como de telefonia, internet e TV por assinatura tiveram uma expansão expressiva nas últimas décadas”, avalia. Tudo indica que o setor elétrico nacional terá um novo marco com a abertura total do mercado, em que a tecnologia, que hoje dá saltos da noite para o dia, vai nortear esses novos tempos.

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