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SÃO PAULO, 08 de agosto de 2017 (terça-feira)
No InfoTrade de hoje, as atenções estão voltadas ao Ibovespa e para as ações do Itaú Unibanco (ITUB4), que possuem forte resistência pela frente. No “Gráfico do Dia”, Smiles (SMLE3) confirma expectativa positiva e tem o caminho aberto para a máxima histórica. O InfoTrade é a seção diária de análise técnica feita pelo InfoMoney.
Confira as análises:
Ibovespa
+1,56% 67.939
Resistências: 68.791 / 69.111 / 69.487
Suportes: 66.525 / 65.873 / 64.952
Com volume acima da média e alta de 1,56%, o Ibovespa “zerou” as perdas de 18 de maio, quando o mercado foi abatido pelo áudios de Joesley Batista e recuou 8,8%, encerrando o dia muito próximo da LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curto prazo que liga os topos de fevereiro e maio, referência de resistência que deve ser acompanhada de perto pelos investidores.
Como está negociando fora da banda superior de Bollinger (limite teórico de volatilidade) já aberta e com o IFR (Índice de Força Relativa) de 14 períodos acima da faixa de 70 (região de sobrecompra), dois fatores que sugerem que o mercado está “esticado” em termos técnicos, o índice deve encontrar dificuldades para romper imediatamente a importante referência de resistência, a fim de realizar um pullback sobre o fundo intermediário em 66.525 pontos, onde oferecerá uma nova oportunidade de compra. Do contrário, confirmando o rompimento de 68.791 pontos – topo de maio – sem realizar o movimento de correção citado, o caminho estará aberto para a máxima do ano em 69.487 pontos.
Como está negociando fora da banda superior de Bollinger (limite teórico de volatilidade) já aberta e com o IFR (Índice de Força Relativa) de 14 períodos acima da faixa de 70 (região de sobrecompra), dois fatores que sugerem que o mercado está “esticado” em termos técnicos, o índice deve encontrar dificuldades para romper imediatamente a importante referência de resistência, a fim de realizar um pullback sobre o fundo intermediário em 66.525 pontos, onde oferecerá uma nova oportunidade de compra. Do contrário, confirmando o rompimento de 68.791 pontos – topo de maio – sem realizar o movimento de correção citado, o caminho estará aberto para a máxima do ano em 69.487 pontos.
Dólar Futuro
-0,19% 3.141
Resistências: 3.156 / 3.177 / 3.195
Suportes: 3.125 / 3.074 / 3.036
Com a queda registrada no pregão passado, o Dólar Futuro não confirmou a expectativa de repique citada e a tendência de baixa em todos os tempos gráficos prevaleceu. Por conta do comportamento do OBV (On Balance Volume), que segue nas mínimas e revela o comprometimento do mercado com a venda, o trader deve ficar muito atento para 3.125 pontos.
Confirmando a perda da mínima do ano (até então), o ativo tem o caminho aberto para testar 3.074 e 3.036 pontos, patamares verificados em setembro de 2014, tendo como principal referência de suporte 3.001 pontos, fundo, quando sacramentado naquele mês, abriu caminho para uma forte valorização do ativo três anos atrás. Essa expectativa negativa somente será anulada com o rompimento de 3.195 pontos.
Confirmando a perda da mínima do ano (até então), o ativo tem o caminho aberto para testar 3.074 e 3.036 pontos, patamares verificados em setembro de 2014, tendo como principal referência de suporte 3.001 pontos, fundo, quando sacramentado naquele mês, abriu caminho para uma forte valorização do ativo três anos atrás. Essa expectativa negativa somente será anulada com o rompimento de 3.195 pontos.
Petrobras (PETR4)
+1,12% R$13,55
Resistências: R$13,66 / R$14,19 / R$14,92
Suportes: R$ 13,07 / R$12,88 / R$12,52
Apesar da valorização registrada no pregão passado, Petrobras não foi capaz de superar R$ 13,66, que é sua principal resistência intermediária. Superando o patamar citado, a estatal tem o caminho aberto para testar R$ 14,19, verdadeiro divisor de águas para o papel. O rompimento da máxima cravada em 25 de maio culminará em um novo momentum de alta e abrirá caminho para o teste da faixa de resistência que compreende R$ 15,61 e a LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curto prazo que liga os topos deste ano.
Do lado dos suportes, caso confirme a perda da média móvel exponencial de 21 dias, o momentum de alta atual perderá importante força e a expectativa ficará por conta do comportamento perante a faixa de suporte entre R$ 12,52/R$ 12,33, pois a consequente perda anulará todo o cenário de alta descrito e o caminho estará aberto para o teste do fundo consolidado em R$ 11,59.
Do lado dos suportes, caso confirme a perda da média móvel exponencial de 21 dias, o momentum de alta atual perderá importante força e a expectativa ficará por conta do comportamento perante a faixa de suporte entre R$ 12,52/R$ 12,33, pois a consequente perda anulará todo o cenário de alta descrito e o caminho estará aberto para o teste do fundo consolidado em R$ 11,59.
Vale (VALE5)
+4,35% R$30,24
Resistências: R$30,24 / R$31,33 / R$31,57
Suportes: R$29,48 / R$28,38 / R$27,38
Com o fechamento na máxima e volume atingindo a média, a mineradora deixou para trás a resistência intermediária em R$ 29,48 com um gap em R$ 28,98 e flexionou a banda superior de Bollinger, fatores que sugerem um novo momentum de alta para o papel, com o caminho aberto para a faixa de resistência que compreende R$ 31,33 e R$ 31,57, topo formado em março deste ano.
A expectativa positiva traçada será anulada com a perda de R$ 28,38 e, consequentemente, da média móvel exponencial de 21 dias, principal referência de suporte de curtíssimo prazo. Vale destacar que o principal suporte de curto prazo está localizado em R$ 25,76, gap aberto em 27 de junho.
A expectativa positiva traçada será anulada com a perda de R$ 28,38 e, consequentemente, da média móvel exponencial de 21 dias, principal referência de suporte de curtíssimo prazo. Vale destacar que o principal suporte de curto prazo está localizado em R$ 25,76, gap aberto em 27 de junho.
Itaú Unibanco (ITUB4)
+1,58% R$39,32
Resistências: R$39,38 / R$40,08 / R$40,39
Suportes: R$38,57 / R$37,90 / R$37,31
Conforme o esperado, as ações do banco encontraram maior pressão de venda em R$ 39,38, onde há um gap para ser fechado e a LTB (Linha de Tendência de Baixa) de curto prazo que liga os topos do ano. Portanto, para seguir com o momentum de alta gerado pelo rompimento de R$ 37,71, o papel precisa romper essa importante barreira com volume acima da média e é justamente este o problema neste momento, uma vez que o giro financeiro perdeu importante força desde 2 de agosto.
Deste modo, uma correção próxima de R$ 37,90 oferecerá uma nova oportunidade para os comprados, para ganhar novo impulso e romper o topo cravado em R$ 39,38, tendo como principal objetivo a máxima do ano em R$ 41,41. Somente a perda da região de R$ 37,00 para anular todo o cenário de alta traçado e previsto para as ações do banco, abrindo caminho para testar R$ 34,64.
Deste modo, uma correção próxima de R$ 37,90 oferecerá uma nova oportunidade para os comprados, para ganhar novo impulso e romper o topo cravado em R$ 39,38, tendo como principal objetivo a máxima do ano em R$ 41,41. Somente a perda da região de R$ 37,00 para anular todo o cenário de alta traçado e previsto para as ações do banco, abrindo caminho para testar R$ 34,64.
Gráfico do Dia: Smiles (SMLE3)
+3,21% R$68,85
Resistências: R$68,85 / R$70,94 / R$71,61
Suportes: R$66,69 / R$65,37 / R$64,00
Conforme mencionado no InfoTrade de ontem, o rompimento da resistência em R$ 67,60 definiria o rumo da Smiles nesta semana, fato que aconteceu no último pregão, com a ação subindo 3,21% e fechando na máxima do dia (R$ 68,85). Deste modo, foi acionada a compra do papel, com caminho para buscar a máxima histórica em R$ 71,61 (principal objetivo de curto prazo). O cenário de alta traçado será anulado com a perda de R$ 66,69, uma vez que irá descaracterizar o setup de rompimento. Assim, o stop loss da operação deve ser colocado em R$ 65,37.
O analista responsável é Rafael Ribeiro (CNPI-T EM-946), com supervisão de Thiago Salomão (CNPI-P EM-1399).