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SÃO PAULO – Desde a noite de ontem a imprensa cubana está agitada por uma convocação do governo local para falar sobre a saúde do ex-presidente Fidel Castro. Nos últimos dias, rumores sobre a possível morte dele, que não aparece publicamente há um ano, aumentaram. Porém, no fim da manhã desta sexta-feira (9) jornalistas que estão no País passaram a apresentar informações bastante divergentes sobre a coletiva.
Segundo o Diário Las Américas, a convocação foi suspensa pelo governo, que não prestou nenhum esclarecimento sobre o que está acontecendo e nem sobre a saúde de Fidel. Enquanto isso, o jornal local Diário de Cuba disse que o Centro de Imprensa Internacional de Havana negou qualquer convocação para uma coletiva de imprensa.
Ontem, boatos ganharam força alimentados por meios de comunicação hispânicos nos Estados Unidos e por representantes da comunidade cubana no exílio, que teriam detectado tensão pouco comum entre os familiares de Fidel e de pessoas ligadas aos militares da ilha.
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Testemunhas afirmam ainda que o governo mandou restaurar ruas e avenidas em direção ao cemitério de Santa Efigênia, em Santiago de Cuba, onde autoridades estariam terminando o mausoléu onde Fidel seria sepultado.
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que rumores sobre a morte dele se espalham, ocorrendo desde que ele se tornou comandante da Revolução Cubana.