Influenciados pelas perdas externas, Global 40 e risco-Brasil encerram com avanço

Ações da Fannie Mae e Freddie Mac são penalizadas por projeções pessimistas; GM anuncia plano de reestruturação

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SÃO PAULO – Mesmo com a sessão escassa de dados sobre a economia norte-americana, os mercados demonstraram instabilidade entre a queda do petróleo e o fraco desempenho do setor financeiro. Em meio ao cenário volátil, Global 40 e risco-Brasil fecharam com avanço nesta segunda-feira (7).

Na esfera corporativa, destaque para a desvalorização dos papéis das financiadoras Fannie Mae (-16,1%) e Freddie Mac (-17,8%), ambas bastante afetadas pela crise subprime. O banco de investimentos Lehman Brothers dá conta que, juntas, as instituições necessitam levantar em torno de US$ 75 bilhões para assegurar sua situação financeira.

Em adição, a GM (+1,19%) anunciou um profundo plano de reestruturação a fim de fazer frente à queda nas suas vendas, a atitude está em linha com os rumores que já circulavam nos mercados. Após serem negociados com desvalorização pela tarde, os papeis da montadora terminaram com tímida valorização, bem como aqueles de sua concorrente Ford (+1,13%).

Global 40 e risco-Brasil sobem

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,45% na noite desta segunda-feira, cotado a 132,60 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 237 pontos-base, alta de 3 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Fech. Anterior Var %
Global 40 132,60 132,00 +0,45