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SÃO PAULO – O VOL (Índice de varejo on-line) – que soma os volumes de transações de automóveis, turismo e bens de consumo por meio de lojas virtuais e leilões para pessoa física – deve terminar 2007 totalizando R$ 17,4 bilhões, de acordo com as previsões da E-Consultinge da Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).
O valor representa um crescimento de 30,8% em relação a 2006 e equivale a aproximadamente 3,6% do varejo no Brasil. Em 2006, o VOL alcançou R$ 13,3 bilhões. Para o ano de 2008, a estimativa é que o VOL atinja a casa dos R$ 21,9 bilhões.
Além disso, o tíquete médio anual deve chegar a R$ 311 em 2007. “Em 2007, experimentamos mais um crescimento importante do comércio eletrônico, porém com leve redução do tíquete médio, que, em 2006, foi de R$ 313, o que sugere um pequeno acréscimo de compradores das classes B- e C nas bases de compradores virtuais nacionais, que ainda estão muito concentradas em classes A, B+ e B”, analisa Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting.
Crescimento
Para o executivo, apesar do crescimento, o varejo on-line no país ainda não representa nem 5% de todo varejo. Para ele, variáveis complementares, como baixa penetração relativa de cartões de crédito, PCs e internet, são as principais causas do número ainda pequeno.
Conforme veiculado pela Consumidor Moderno, no ano passado, o VOL-Autos totalizou R$ 6,4 bilhões. Em 2007, montadoras, revendedoras e concessionárias devem representar em torno de 43,3% do VOL Total, chegando a R$ 6,4 bilhões – um crescimento de 17,18% frente a 2006.
Já o VOL-Turismo e o VOL-Bens de Consumo movimentaram em 2006, respectivamente, R$ 2,8 bilhões e R$ 4,1 bilhões.
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Neste ano, o VOL-Turismo deve alcançar R$ 3,7 bilhões (em torno de 21,3% do total do VOL), crescendo 32,1% em comparação com 2006, e o VOL-Bens de Consumo, R$ 6,1 bilhões (35,3% do total do VOL), registrando aumento de 48,7%.