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O principal índice de ADRs (ações de empresas de fora dos Estados Unidos negociadas em Nova York) do Brasil, o Dow Jones Brazil Titans 20 ADR, abre com leve alta nesta quinta-feira (4). A B3, Bolsa de Valores brasileira, está fechada por conta do feriado. Às 10h50 (horário de Brasília), o índice subia 0,21%.
Já o EWZ, principal ETF brasileiro negociado no mercado americano, que replica o índice MSCI Brazil, abriu o dia em alta de 0,35%, também às 10h50, no horário de Brasília.
As ADRs do Santander subiam 1,98% enquanto Embraer e Itaú apresentavam alta de 1,7%.
Índices americanos
As bolsas de Nova York abriram o dia em queda depois que uma perspectiva decepcionante da Broadcom Inc. provocou preocupações sobre o fôlego para empresas de tecnologia.
Os futuros do Nasdaq 100 recuaram 1,2%, enquanto os do S&P 500 caíram 0,4%. A Broadcom, que acrescentou cerca de US$ 150 bilhões em valor de mercado apenas nesta semana, despencou 15% no pré-mercado dos EUA depois que sua projeção de receita com semicondutores de inteligência artificial no trimestre atual ficou abaixo das expectativas.
A queda das fabricantes de chips se espalhou para outros cantos do setor de tecnologia, com a empresa de cibersegurança CrowdStrike Holdings Inc. recuando 10% mesmo após elevar sua projeção de receita. O setor também puxou perdas na Ásia, onde o índice Kospi, da Coreia do Sul, caiu 1,8%. O principal índice da Europa subiu 0,2%, refletindo o menor peso de tecnologia na região.
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Bolsas asiáticas
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, 4, após Wall Street interromper um rali em meio à retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
Liderando as perdas, o índice Kospi caiu 1,84% em Seul, a 8.639,41 pontos, depois de não operar ontem devido às eleições locais na Coreia do Sul. Em Tóquio, o japonês Nikkei recuou 1,36%, a 67.470,69 pontos, após encerrar o pregão anterior em nível recorde.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng registrou queda de 1,48% em Hong Kong, a 25.253,40 pontos, e o Taiex cedeu 1,68% em Taiwan, a 45.677,46 pontos.
Na China continental, as perdas foram mais moderadas: o Xangai Composto recuou 0,64%, a 4.057,78 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,41%, a 2.801,25 pontos.
A escalada das tensões no Oriente Médio levou o petróleo a avançar pela terceira sessão consecutiva na quarta. No fim da madrugada, porém, a commodity recuava mais de 1%, após Israel e o Líbano – também envolvidos no conflito – concordarem em adotar um novo cessar-fogo condicionado ao encerramento das hostilidades pelo Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,13% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.686,10 pontos.
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Europa
As bolsas europeias operavam sem direção única na manhã desta quinta-feira, enquanto investidores avaliam as chances de Estados Unidos e Irã chegarem a um acordo após Israel e Líbano acertarem uma nova trégua.
Por volta das 6h35 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 tinha baixa marginal de 0,04%, a 620,92 pontos.
Israel e Líbano concordaram em implementar um novo cessar-fogo, alimentando esperanças de que haja espaço para um acordo mais amplo envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. No horário acima, o petróleo Brent caía mais de 2%, depois de ter subido por três sessões consecutivas.
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O choque nos preços de energia em meio ao conflito no Oriente Médio gerou expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) possa anunciar uma elevação “preventiva” das taxas de juros da zona do euro na reunião de política monetária da próxima semana.
No campo macroeconômico, as vendas no varejo do bloco europeu caíram 0,4% em abril ante março, um pouco mais do que o esperado.
Às 6h51 (de Brasília), a Bolsa de Londres recuava 0,42%, enquanto a de Paris subia 0,96% e a de Frankfurt avançava 0,62%. Já a de Milão caía 0,13%, a de Madri ganhava 0,69% e a de Lisboa cedia 0,18%.
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Entre ações individuais, a Universal Music tombava quase 7% em Amsterdã, após relatos de que a Pershing Square vendeu sua participação no grupo depois de duas tentativas malsucedidas de aquisição. Já a Rémy Cointreau saltava 10% em Paris, depois de a fabricante francesa de bebidas alcoólicas anunciar um plano de recuperação.

