Indicadores ruins e queda das commodities ajudam a explicar alta do risco-Brasil

Confiança do consumidor e preços dos imóveis dos EUA ficam aquém do esperado; Global 40 fecha com leve alta de 0,07%

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SÃO PAULO – Entre referências favoráveis na esfera corporativa e indicadores econômicos aquém das expectativas, o saldo foi positivo para as bolsas norte-americanas. Porém, o tom de cautela presente nos mercados fez com que o risco-Brasil terminasse com alta de 6 pontos, cotado a 428 pontos.

Além dos fracos indicadores sobre a economia dos EUA, a forte retração no preço das commodities também trouxe pessimismo ao mercado, em especial às bolsas européias. Entre os indicadores, foco na confiança do consumidor norte-americano e nos preços dos imóveis do país, ambos piores que as expectativas.

Com o clima de cautela nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com avanço e os títulos da dívida externa brasileira acompanharam esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano em relação aos Globais determina o indicador risco-Brasil.

Global 40 sobe

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou com alta de 0,07% nesta quinta-feira, cotado a 125,75 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan terminou a 428 pontos-base, alta de 6 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 125,75 125,65 +0,07