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O setor produtivo brasileiro vê com bons olhos a importação de milho transgênico dos Estados Unidos. O impacto da medida pode trazer alívio aos produtores, uma vez que o milho é o principal insumo utilizado na atividade. “Nossa expectativa é que ocorra um reequilíbrio da oferta interna do insumo, melhorando as condições de competitividade”. A avaliação é feita por Francisco Turra, presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A aprovação de três variedades transgênicas era aguardada pela avicultura e pela suinocultura do Brasil desde o início de agosto, quando a ABPA, em conjunto com o Ministério da Agricultura, apresentou à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) um pedido formal pela avaliação.
“Desde janeiro sofríamos com uma alta especulativa do grão decorrente das fortes exportações e de outros fatores, o que deixou diversas empresas em estado de atenção. Todos estavam pagando o preço por isto, tanto produtores e agroindústrias, quanto os consumidores”, disse, por meio de nota, o dirigente da entidade.