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SÃO PAULO – Aguardando os dados de emprego nos Estados Unidos, as bolsas internacionais apresentam sinais divergentes na manhã desta sexta-feira (3). A expectativa é que o mercado de trabalho norte-americano mostre uma leve melhora no mês de abril.
Por aqui, a IMC Holdings (IMCH3) confirmou nesta manhã que a companhia iniciou conversas preliminares que podem levar a uma parceria com a Raízen. O anúncio ocorre após o Valor Econômico publicar uma matéria revelando a joint venture entre as empresas. “Em razão de seu caráter embrionário e não vinculante, tal informação vinha sendo tratada em caráter confidencial, de forma a proteger interesse legítimo da Companhia”, esclarece a empresa
A Raízen é uma joint venture entre a Shell e a Cosan (CSAN3). Segundo matéria do Valor, na véspera, a parceria com a IMC Holdings criará uma empresa para operar lojas de conveniência em postos de gasolina, sendo que cada parte terá 50% da nova empresa.
BNDES aumenta participação na MPX
A MPX Energia (MPXE3) também entra em cena. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deve fazer, no mês que vem, um aporte de pelo menos R$ 125 milhões na empresa, segundo matéria do Estado de S.Paulo. O banco estatal, acionista da empresa com 10,34% das ações, tende a acompanhar a operação, que terá garantia do BTG Pactual e foi decidida depois do aumento de participação da alemã E.ON, no mês passado.
Veja mais: MPX: um caso isolado no Grupo EBX
CSN é preferida para levar ativos da Thyssen
A ThyssenKrupp parece estar no estágio final de negociações para vender seus ativos da Steel Americas – uma laminadora no Estado Americano do Alabama – para a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Rio de Janeiro. Segundo fontes disseram à Dow Jones Newswires, a brasileira CSN (CSNA3) é a preferida para adquirir os ativos.
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“Estamos em negociação intensa para vender a Steel Americas”, afirmou a siderúrgica alemã em comunicado. “Essas conversas incluem também a Vale (VALE3; VALE5), nossa parceira na CSA com 27% de participação, o BNDES e autoridades governamentais no País”, acrescentou.
Apesar disso, as mesmas pessoas ouvidas pela agência de notícias alertaram que é muito grande a possibilidade de a Thyssen permanecer com uma fatia, principalmente na CSA, após a operação ser completada.
Anatel multa TIM em R$ 9,576 mi
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) multou a operadora TIM (TIMP3) em R$ 9,576 milhões por falhas registradas nas ligações de usuários do plano Infinity pré-pago.
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O caso estava sendo investigado desde o ano passado. Na época, um relatório da área técnica da agência indicava uma suspeita de que a empresa, de propósito, provocava a interrupção de chamadas de seus clientes para que eles tivessem de fazer uma nova chamada.
A constatação, entretanto, foi que a empresa não causava a falha com essa intenção deliberada. Mesmo assim, foi identificado que a operadora descumpria os indicadores de qualidade e o Código de Defesa do Cosumidor.
Capital Group passa a deter 5,08% na Marfrig
A Marfrig (MRFG3) informou que o acionista Capital Group International, na qualidade de holding de sociedades administradoras de investimento no exterior, passou a deter posição acionária de 5,08% no capital da empresa, com a titularidade de 26.489.900 ações do total de 520.747.405 ações ordinárias que hoje compõem o capital social da companhia.
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Templeton Asset diminui participação na JSL
Por sua vez, a Templeton Asset Management informou que reduziu participação acionária na JSL (JSLG3), para 4,72% do capital social da companhia. A Templeton alienou 640.000 ações ordinárias de emissão da JSL, ao preço de R$ 15,60 por ação, passando a deter, após a transação 10.230.444 ações.
Em comunicado, a empresa informa que a alienação é para fins de investimento e realizaçaõ das melhores taxas de retorno para os investidores de seus fundos. Com isso, a redução não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura de capital da JSL.
BNDES aprova financiamento de R$ 156 mi à JSL
Ainda sobre a empresa, o BNDES aprovou o financiamento de R$ 156,2 milhões à operadora logística JSL, do grupo Simpar.
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Os recursos correspondem a 79,7% dos investimentos que serão feitos em transferência de porto seco, ampliação de armazéns, reforma de centros de distribuição, modernização da estrutura administrativa e desenvolvimento de projetos sociais, informou o banco.
Em relatório, a equipe de investimentos da XP Investimentos disse que, embora o endividamento da JSL seja elevado, evidente por um múltiplo de 4,05 vezes a dívida líquida pela Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, apreciação e depreciação), o ritmo de crescimento da empresa se manteve acima de dois dígitos nos últimos anos, não havendo motivo para projetar diferente. Por conta disso, a corretora acredita que o crescimento natural da empresa e retorno em novos projetos já contribuirá para reduzir a alavancagem vis-à-vis a geração de caixa.