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SÃO PAULO – Após iniciar o pregão em alta, o Ibovespa logo inverteu o sinal e, no início desta tarde, já consolida fortes perdas. Às 12h30 (horário de Brasília), o índice registra perdas de 1,60%, aos 54.509 pontos, em queda mais acentuada que nos mercados internacionais – nos EUA, a queda varia em torno de 0,2%.
Vale lembrar que na véspera as bolsas externas caíram. O Brazil Titans, índice de ADRs (American Depositary Receipt) brasileiro, caiu 1,17% na segunda-feira, com destaque para a desvalorização de 2,41% nos papéis da Petrobras (PETR3, PETR4). E, nessa sessão, justamente as ações da empresa chamam atenção pela retração de 3,52% nos ativos ordinários e de 3,02% nos preferenciais.
Entre os poucos indicadores econômicos publicados nesta data, destaque para a balança comercial da China em junho, que anunciou uma forte desaceleração nas importações. O valor das compras do gigante asiático aumentou 6,3% no mês, contra um salto de 12,7% um mês antes.
Apesar dessa queda no Ibovespa, algumas notícias no cenário Europeu foram bem recebidas pelos investidores por lá. Em reunião de ministros de finanças da Zona do Euro ficou aprovada a antecipação de € 30 bilhões à Espanha ainda neste mês, o que deve ser condicionado a medidas mais duras de comprometimento fiscal. Os políticos também concordaram em estender por mais um ano o prazo para que o país alcance um déficit fiscal inferior a 3% do PIB (Produto Interno Bruto).
Altas e baixas
Nessa sessão o destaque, tanto na ponta positiva quanto na ponta negativa do Ibovespa, ficam por conta das imobiliárias. As ações da PDG Realty (PDGR3) caem forte após a companhia anunciar, pela segunda vez neste ano, a redução no guidance de lançamentos para 2012. Por sua vez, com números operacionais fortes, os papéis da Gafisa (GFSA3) surpreendem e lideram os ganhos do índice.
As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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