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SÃO PAULO – Após abertura em alta, o gráfico do Ibovespa mudou de campo e por ora apresenta baixa de 0,38% no início da tarde desta quinta-feira (13), atingindo 53.634 pontos, com volume financeiro de R$ 2,70 bilhões às 12h56.
Conforme já se esperava antes do início do pregão, a bolsa brasileira é diretamente influenciada pelas perdas registradas em Wall Street, onde uma decepção com os números trimestrais do JPMorgan contribui para derrubar as ações do setor bancário, pressionando todo o mercado em um momento tão delicado.
No mesmo sentido, as bolsas europeias também contribuem para a rodada de perdas nas principais bolsas internacionais na medida em que a Zona do Euro ainda patina na tentativa de afastar a crise fiscal, promovendo recorrentes sessões de nervosismo com a desta quinta-feira.
Altas e baixas
O principal destaque negativo fica com as ações da GOL (GOLL4), que registram desvalorização de 5,62% e são cotadas a R$ 11,76. Com essa variação, a baixa acumulada desde o início do ano chega a -52,73%.
Por outro lado, o melhor desempenho fica com os papéis Pão de Açúcar (PCAR4), que são cotados a R$ 63,95 e apresentam forte alta de 3,40%, dois dias após a rede apresentar sua prévia operacional do terceiro trimestre, avaliada positivamente por analistas.
As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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Bolsas internacionais
Conforme já mencionado acima, as principais bolsas norte-americanas recuam cerca de 0,90% até o momento, com destaque de queda para as ações do JPMorgan (-6,05%), puxando para baixo as demais ações do setor em meio aos primeiros dias da safra de resultados do terceiro trimestre.
Apesar de superar marginalmente a expectativa de analistas, o lucro líquido do banco recuou 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto isso na Europa, os principais índices acionários recuam ainda mais, ao redor dos 1,20%. Por lá, nem mesmo a ratificação por parte do parlamento da Eslováquia das reformas no EFSF (Fundo de Estabilização Financeira Europeu) é capaz de reverter as perdas, justificadas por nova rodada de nervosismo acerca do futuro econômico da região.
Juros e câmbio
O mercado doméstico reabre nesta quinta-feira, após o feriado nacional da véspera, refletindo os desdobramentos do cenário externo, com as taxas dos principais contratos de juros futuros operando em queda.
Dado que a agenda doméstica não traz indicadores inflacionários, o mercado deve observar a cena externa para balizar as oscilações de suas operações interbancárias.
Por fim, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,7480 na compra e R$ 1,7500 na venda, baixa de 0,54% em relação ao fechamento anterior.