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SÃO PAULO – O Ibovespa opera instável nesta segunda-feira (17), em sessão marcada por temores na China e agenda doméstica.
O Banco Central divulgou o Relatório Focus, com as projeções das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. A estimativa do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) subiu para 5,54%, assim como a do PIB (Produto Interno Bruto), que cresceu para 6,3%.
Por sua vez, a projeção da Selic continua em 11,75% ao ano, no final de 2010. Porém, a média para o juro básico avançou para 10,44%. Vale destacar que haverá ainda o vencimento de opções sobre ações da Bovespa.
Contenção em Pequim
Wen Jiabao, primeiro-ministro da China, declarou que o governo irá “decisivamente” conter aumentos nos preços dos imóveis, além de reduzir o crescimento de indústrias que operam com capacidade sobrecarregada, segundo noticiado na agência Xinhua News. De acordo com premiê, a China deve manter os controles macroeconômicos “cabíveis”.
Perspectivas
Análise técnica de Leandro Martins, do Seu Consultor Financeiro, lista que o Ibovespa ainda permanece em sua tendência lateral – no médio prazo -, próximo de movimento que será sinalizado pelo rompimento da LTB (comprado) ou do suporte na região dos 62.000 pontos (negativo), afirma.
Martins destaca a aproximação à média móvel simples de 200 períodos, como o suporte no índice novamente em 60.000 pontos. Em case de alta, as resistências mais próximas ficam em 66.000 pontos; 68.000 pontos e 71.500 pontos. Já do lado da realização, os suportes mais próximos ficam em 61.500 pontos, 60.000 pontos e 55.000 pontos
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Papéis em destaque
Dentre os papéis que são negociados nesta manhã, destaque para TAM PN N2 (TAMM4, R$ 27,50, -2,31%), BRF Foods ON (BRFS3, R$ 22,46, -1,49%), Vivo PN (VIVO4, R$ 48,90, -1,41%), Braskem PNA (BRKM5, R$ 11,25, -1,32%) e Eletrobras ON (ELET3, R$ 22,60, -1,31%).
Confira o último fechamento
O principal índice da bolsa paulista fechou o pregão de sexta-feira (14) em baixa de 2,13%, atingindo 63.412 pontos e registrando uma baixa acumulada no ano de 7,55%. O volume financeiro foi de R$ 6,33 bilhões.