Ibovespa hoje
- Ibovespa sobe aos 178,9 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,18 e juros futuros operam mistos.
- PIB do Brasil sobe 0,5% no 2º tri de 2026, acima do esperado, e vai a R$ 3,4 trilhões.
- Irã faz apelo aos EUA para cumprirem acordo provisório após Trump ameaçar novos ataques.
- Fim da 6×1: relator se reúne com sindicalistas e empresários antes de votação na CCJ.
Confira as últimas dos mercados
Ações de Petrobras sobem mais de 2%; PETR3 ganha 2,09% e PETR4 avança 2,20%
Dólar comercial renova mínima, com -0,26%, a R$ 5,165
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com alta de 1,41%, aos 25,94 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com baixas
Investidores em Wall Street seguem pessimistas após a alta das tensões no Oriente Médio, com Irã e EUA trocando ataques e sem uma possibilidade de diplomacia em vista. O petróleo e os Treasuries sobem, numa conjunção de ampliação dos temores de inflação. “O mercado está demonstrando sinais de nervosismo em inúmeros indicadores”, escreveram em nota reproduzida pela CNBC os operadores do Goldman Sachs, referindo-se aos novos dados da Pesquisa de Sentimento da Associação Americana de Investidores Individuais. “Essa atitude em relação ao risco não é apenas teórica; os investidores estão, literalmente, colocando seu dinheiro onde está sua boca em termos de alocação de risco em seus portfólios”.
- Dow Jones: -0,68%
- S&P 500: -0,74%
- Nasdaq: -1,34%
Ibovespa sobe 0,20%, aos 177.774,55 pontos
Haddad quer revisão sobre bets e chama classificação do PCC pelo EUA de questão menor
A posição de Haddad sobre o PCC vai na contramão do governo, que viu na ação dos EUA uma tentativa de interferência externa em assuntos internos.
Dólar comercial passa a oscilar; agora cai 0,08%, a R$ 5,175
Varejistas mistos nesta abertura: AMER3, +1,96%; AZZA3, -0,94%; AUAU3, estável; CEAB3, -1,32%; LREN3, +0,73%; MGLU3, -1,04%; RIAA3, -0,43%; VIVA3, -0,09%
Azul (AZUL3) começa com baixa de 0,53%, a R$ 18,70
Ibovespa sobe e retoma os 178 mil pontos
O Ibovespa sobe nesta terça-feira (1º), aos 178 mil pontos, com investidores repercutindo a divulgação do PIB brasileiro, as projeções do Orçamento de 2027 e a retomada das negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos sobre tarifas. Sobem as ações de grandes bancos e de PETR4, caem as de VALE3 e operam mistas as varejistas. O dólar comercial oscila a R$ 5,18 e os juros futuros operam mistos. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve alta de 0,5% no segundo trimestre de 2026 (2T26) ante o trimestre imediatamente anterior. A União Europeia anunciou também que vai suspender importações de carne brasileira a partir de quinta-feira. Os mercados se preparam para novas altas de juros no exterior diante dos novos combates no Oriente Médio. Os rendimentos dos títulos globais atingiram novas máximas nesta terça-feira depois que a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo, provocando temores quanto à inflação. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou novos ataques contra o Irã após a primeira troca de ataques diretos em um mês, levando os futuros do petróleo Brent a ultrapassar US$91 por barril e provocando uma onda de vendas de títulos. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,66%, S&P Futuro recua 0,68% e Nasdaq Futuro tem desvalorização de 1,25%. (Felipe Alves)
Casas Bahia (BHIA3) novamente com forte alta: mais 27,27%, a R$ 0,84
Petro juniores avançam nesta manhã: PRIO3, +1,34%; RECV3, +1,65%; BRAV3, +2,04%
Siderúrgicas começam em queda: CSNA3, -0,56%; GGBR4, -0,21%; GOAU4, -0,87%; USIM5, -1,20%
Grandes bancos abrem sessão e forma mista: BBAS3, +0,72%; BBDC4, estável; ITUB4, +0,27%; SANB11, -0,07%
Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,64%, a R$ 92,89
Axia Energia (AXIA3) abre com alta de 0,17%, a R$ 53,21
Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,53%, aos 178.352,73 pontos
Hapvida (HAPV3) inicia com menos 0,30%, a R$ 6,59
Supermercadistas começam mistos: ASAI3, +1,30%; GMAT3, -1,08%; PCAR3, -0,73%
Frigoríficos abrem mais um dia de forma mista: BEEF3 sobe 0,52% e MBRF3 recua 0,55%
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1827 e venda a R$ 5,1833
B3 (B3SA3) inicia pregão com alta de 0,80%, a R$ 16,35
Petrobras inicia dia com altas de 1,61% (PETR3) e 1,84% (PETR4)
Vale (VALE3) abre com baixa de 0,41%, a R$ 77,53
Ibovespa abre, preliminarmente, com ganhos de 0,01%, aos 177.435,99 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,01%, aos 2.155,45 pontos
Raízen (RAIZ4) conclui desinvestimento de operações na Argentina por R$ 7,38 bi
Cifra inclui o pagamento de uma parcela em caixa e a assunção do endividamento da Raízen Argentina pelo comprador.
União Europeia vai suspender importações de carne brasileira a partir de quinta-feira
UE reprova Brasil por não ter apresentado garantias suficientes contra uso abusivo de antibióticos na indústria pecuária.
Santander (SANB11): controlador prevê concluir OPA de permuta no 1º semestre de 2027
A operação ainda está sujeita a aprovações regulatórias e à aprovação dos acionistas do Banco Santander para o aumento de capital necessário.
Otan mobiliza caças após drones se aproximarem da fronteira entre Letônia, Estônia e Rússia
Autoridades de Letônia e Estônia elevaram o nível de vigilância aérea durante a madrugada desta terça-feira (1) após a detecção de drones nas proximidades de suas fronteiras com a Rússia. A movimentação levou à decolagem de caças ligados à missão de policiamento aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na região do Báltico, segundo informações das emissoras públicas LRT, da Lituânia, e ERR, da Estônia. As Forças Armadas letãs emitiram dois alertas em sequência. O primeiro ocorreu em Ludza, no leste do país, onde uma possível ameaça ao espaço aéreo foi identificada por volta das 2h, no horário local, e descartada cerca de 25 minutos depois. Já às 3h37, um novo aviso foi acionado em Aluksne, no nordeste, desta vez acompanhado da mobilização de caças da Otan. Durante o segundo alerta, moradores foram instruídos a buscar abrigo, fechar portas e janelas. O aviso terminou às 4h17 (horário local). Em comunicado, os militares letãos afirmaram que reforçaram a defesa antiaérea na fronteira oriental e destacaram que a aproximação de aeronaves não tripuladas estrangeiras pode voltar a ocorrer em meio à guerra na Ucrânia. (Reuters)
Câmara aprova MP de empréstimo para compra de carro por motoristas de app e taxistas
PIB do 2T26: abertura nos leva a crer numa desaceleração antecipada da economia, diz economista
Rodolfo Margato, economista da XP, nota que a surpresa altista ficou concentrada na agropecuária que registrou forte expansão de 2,8% no segundo trimestre, enquanto era esperado um crescimento um pouco abaixo de 1% no período. “Então o desempenho mais forte da agropecuária, um setor menos sensível ao ciclo econômico, explicou a diferença de 0,1% no PIB total sob a ótica da oferta, portanto, os resultados desagregados do PIB foram fracos, sinais de uma economia que perde tração a despeito de um mercado de trabalho ainda aquecido e de uma série de estímulos à demanda no curto prazo”. O economista diz que o PIB total “um pouquinho melhor do que o previsto” veio com sinais negativos na abertura e de fraqueza da atividade doméstica, depois de um início de ano bem forte. “É verdade que o PIB total veio até um pouco acima, mas a abertura nos leva a crer numa desaceleração antecipada da economia. Por hora, vemos o PIB total praticamente estagnado no segundo semestre de 2026, caso isso se concretize, o PIB anual provavelmente ficaria um pouco abaixo dos 2% que a gente projeta atualmente. Por fim, em relação ao PIB de 2027, já tínhamos uma expectativa bem abaixo do PIB potencial e do consenso de mercado, esperamos alta de apenas 1% no ano que vem, em linha com a política monetária intercontracionista, com os elevados níveis de endividamento de empresas e famílias, uma contribuição nula ou até negativa da agropecuária, uma série de incertezas no ambiente macro, global e doméstico”.
Queda do iene para cerca de 160 por dólar eleva chance de intervenção cambial
Japão e EUA concordam em manter coordenação sobre o iene, diz ministra japonesa das Finanças.
PIB do 2T26: dado confirma que juros já fizeram parte relevante do trabalho, segundo analista
Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, entende que o dado reforça que o aperto monetário já está desacelerando a demanda, principalmente via consumo e setores mais sensíveis ao crédito. “Ainda não vejo contração no terceiro trimestre como cenário-base, mas o risco de crescimento próximo de zero aumentou. Para o Banco Central, isso confirma que os juros já fizeram parte relevante do trabalho, abrindo espaço para novos cortes da Selic até o fim do ano, desde que a inflação de serviços e as expectativas continuem cedendo”.
Cemig aprova adesão para renovar concessão da usina Sá Carvalho por 30 anos
A Usina Hidrelétrica de Sá Carvalho possui capacidade instalada de 78 MW e garantia física de 54,4 MW médios.
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) já vira para alta, com mais 0,10%, aos 180.280 pontos
PIB do 2T26: se esfriamento se consolidar no próximo trimestre, BC pode intensificar ritmo de cortes da Selic, diz especialista
André Matos, CEO da MA7 Capital, diz que dado mostra uma economia “que ainda manteve certo fôlego, mas precisamos olhar para os próximos meses com cautela”. Segundo sua leitura, “os indicadores de alta frequência já dão sinais claros de desaceleração, e uma variação ligeiramente negativa no terceiro trimestre não está descartada, refletindo o efeito acumulado dos juros sobre o crédito e o consumo das famílias. Se esse esfriamento se consolidar, o Banco Central passa a ter a confirmação de que a política monetária cumpriu o seu papel de desacelerar a atividade, o que abre espaço e dá o conforto necessário para que a autoridade monetária mantenha ou até intensifique o ritmo de cortes da Selic até o final do ano sem colocar a inflação em risco”.
Índice EWZ cai 0,50% na pré-abertura dos EUA
PIB do 2T26: política monetária parece estar cumprindo a função de retirar demanda da economia, diz especialista
André Caruso, CEO da Pilar Capital, diz que dado confirma uma desaceleração importante da economia brasileira depois da alta de 1,1% registrada nos primeiros três meses do ano. “Ainda é crescimento, mas já mostra com mais clareza os efeitos de uma política monetária bastante restritiva sobre consumo, crédito e investimentos”, resume. “Para o terceiro trimestre, existe risco de uma variação negativa, mas ainda considero prematuro tratá-la como o cenário mais provável. O IBC-Br terminou junho em queda de 0,6% no mês e deixou um carregamento estatístico de aproximadamente menos 0,4% para o terceiro trimestre. Indústria e serviços também perderam força no fim do segundo trimestre. Isso significa que julho, agosto e setembro terão que apresentar alguma recuperação para evitar uma contração do PIB”, projeta. “Por outro lado, o mercado de trabalho continua relativamente aquecido e o consumo das famílias ainda oferece algum suporte à atividade. Portanto, hoje trabalharia mais com um terceiro trimestre próximo da estabilidade, eventualmente entre uma pequena queda e um pequeno crescimento, do que com uma recessão propriamente dita. Para o Banco Central, porém, nem seria necessária uma queda do PIB para justificar novos cortes da Selic. A própria ata do Copom já reconhece uma ‘moderação gradual’ da atividade econômica e os números divulgados desde então reforçam essa leitura. A política monetária parece estar cumprindo a função de retirar demanda da economia”.
Gerdau substituirá linha de crédito de US$ 875 mi por uma no valor de US$ 1,125 bi
A nova operação terá prazo de cinco anos, a contar da data de assinatura do Credit Agreement.
Nepal: número de mortos pelos deslizamentos ultrapassa os 1 mil
Irã faz apelo aos EUA para cumprirem acordo provisório após Trump ameaçar novos ataques
O Irã afirmou nesta terça-feira que tomará medidas recíprocas caso os Estados Unidos honrem seus compromissos assumidos no acordo provisório de junho para pôr fim ao conflito entre os dois países, mas as tensões permaneciam elevadas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou Teerã com novos ataques. Os preços do petróleo subiram após a primeira troca de ataques diretos desde o final de julho e na sequência de relatos de que dois petroleiros foram alvo de ataques ao saírem do Estreito de Ormuz, a via navegável que abastece o mercado global de petróleo e que o Irã praticamente fechou à navegação. O conflito, que já dura seis meses, havia se transformado em um impasse econômico antes do ataque dos EUA à Ilha de Larak, no Irã, no domingo, ao qual o Irã respondeu lançando mísseis durante a madrugada contra duas bases aéreas norte-americanas na Jordânia. “Vamos atingi-los com força… Haverá uma resposta”, disse Trump à Fox News na segunda-feira, segundo um repórter da emissora, embora o presidente tenha afirmado separadamente a repórteres que os novos ataques não significavam um retorno à guerra em grande escala. (Reuters)
DIs: juros futuros abrem com altas ao longo da curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,610 | -0,005 |
| DI1F28 | 13,825 | 0,015 |
| DI1F29 | 14,225 | 0,050 |
| DI1F31 | 14,540 | 0,060 |
| DI1F32 | 14,620 | 0,065 |
| DI1F33 | 14,645 | 0,045 |
| DI1F34 | 14,630 | 0,050 |
| DI1F35 | 14,645 | 0,065 |
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,18%, aos 99,60 pontos
Mini-índice com vencimento em outubro de 2026 (WINV26) abre dia com queda de 0,36%, aos 179.505 pontos
Ibovespa futuro abre em baixa de 0,39%, cotado aos 179.350 pontos
Minidólar com vencimento em outubro (WDOV26) começa com alta de 0,17%, cotado a 5.227,50
Dólar comercial abre em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,192 na compra e a R$ 5,193 na venda
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,70%, aos 408.760,00
Dólar futuro abre em alta de 0,08%, cotado aos 5.223,50 pontos
PIB cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026
No segundo trimestre de 2026, o PIB cresceu 0,5% frente ao primeiro trimestre de 2026, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (2,8%), com Serviços (0,2%) e Indústria (0,1%) também mostrando variação positiva. O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre de 2026, sendo R$ 2,9 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% do segundo trimestre de 2025. Já a taxa de poupança foi de 16,6%, superando os 16,5% do mesmo trimestre de 2025. Em relação ao 2º trimestre de 2025, o PIB avançou 2,0%, com crescimento na Agropecuária (6,8%), na Indústria (1,5%) e nos Serviços (1,5%).
Eneva (ENEV3) conclui venda das ações de emissão da Pecém II por R$ 839,2 milhões
A Operação prevê, adicionalmente, uma parcela contingente de preço de até R$ 149 milhões.
Preços dos combustíveis no Brasil ampliam diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 96 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 93 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
- Diesel A S10 (média nacional): -88%, ou -R$ 2,89 (ontem: -83%, ou -R$ 2,73)
- Gasolina A (média nacional): -58%, ou -R$ 1,48 (ontem: -61%, ou -R$ 1,57)
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
Japão e EUA concordam em manter coordenação sobre o iene, diz ministra japonesa das Finanças
Japão e Estados Unidos concordaram em continuar a coordenar suas ações para garantir movimentos “ordenados” do iene, o que é crucial para a estabilidade do mercado global, afirmou a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, após uma reunião com seu homólogo norte-americano, Scott Bessent. A nova queda do iene para cerca de 160 por dólar — nível considerado capaz de aumentar a probabilidade de uma intervenção cambial — chamou a atenção do mercado para a possibilidade de uma nova ação conjunta para sustentar a moeda japonesa. “Basicamente, reiteramos e confirmamos o que havíamos declarado ao realizar a intervenção conjunta no iene” no mês passado, disse Katayama a repórteres na segunda-feira, após a reunião com Bessent, secretário do Tesouro dos EUA. “Não há mudança em nossa posição” de estarmos prontos para agir caso os mercados apresentem movimentos desordenados, disse ela, acrescentando que a coordenação entre os dois países é contínua e está em andamento. (Reuters)
Liquidação de títulos se agrava enquanto rendimento do Japão atinge marco
A liquidação nos mercados globais de títulos se intensificou nesta terça-feira, com o rendimento dos títulos de 10 anos do Japão atingindo 3% pela primeira vez desde 1996, em mais um sinal da apreensão dos operadores em relação à inflação impulsionada pelos preços da energia, ao aperto monetário e à deterioração das condições fiscais. A queda atingiu as principais economias, dos Estados Unidos à Alemanha e o Reino Unido, onde os rendimentos dos títulos subiram 10 pontos-base, acompanhando os movimentos globais após o feriado de segunda-feira. Os rendimentos da zona do euro atingiram novas máximas em mais de 10 anos uma vez que a crise no Oriente Médio alimenta pressões sobre os preços globalmente, levando o mercado a apostar que os bancos centrais elevarão as taxas de juros em breve. Uma enxurrada de vendas de títulos por parte de grandes empresas de tecnologia que levantam recursos agressivamente para financiar o boom da IA, em um ambiente em que a dívida dos EUA ultrapassou US$40 trilhões, exacerbou as vendas de títulos públicos nas últimas semanas. Os rendimentos sobem quando os preços dos títulos caem.
Kocher diz que se risco de alta da inflação se confirmar, BCE precisará elevar juros em breve
Os riscos de alta da inflação aumentaram recentemente e, caso sejam confirmados na próxima previsão do Banco Central Europeu, será necessário um aumento rápido da taxa de juros, afirmou nesta terça-feira Martin Kocher, membro do BCE. “Na zona do euro como um todo, os riscos de alta para a inflação também aumentaram de novo recentemente”, disse ele em comunicado em resposta aos dados mensais de inflação. “Se esse quadro for confirmado na próxima previsão do BCE, acredito que outro aumento da taxa de juros será necessário em breve.” (Reuters)
Eneva (ENEV3) conclui venda das ações de emissão da Pecém II por R$ 839,2 milhões
A Operação prevê, adicionalmente, uma parcela contingente de preço de até R$ 149 milhões.
Qualicorp elege Eduardo Oliveira para o cargo de diretor-presidente
A Qualicorp informou nesta terça-feira, 1, que seu conselho de administração aprovou mudanças na presidência executiva e na administração da companhia, em reunião realizada em 31 de agosto. Assim, Eduardo Oliveira, até então vice-presidente executivo, foi eleito diretor-presidente (CEO), em substituição a Maurício Lopes. Já Maurício Lopes foi eleito presidente do conselho de administração, após a renúncia apresentada por Ricardo Bottas ao cargo de membro do colegiado. Murilo Ramos Neto, até então presidente do órgão, passa a ocupar a vice-presidência do colegiado. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa destaca que, com as deliberações, conclui o processo de sucessão anunciado em maio de 2026, com a continuidade da estratégia conduzida nos últimos anos.
Governo Trump planeja destinar US$ 4 mi à mídia de direita na Europa, dizem fontes
Essas verbas correm o risco de aprofundar as tensões entre o governo Trump e os governos europeus.
BCE diz que aumento da inflação impulsionada pela energia justifica aumento dos juros em junho
O aumento repentino da inflação na zona do euro desde o início da guerra no Irã foi impulsionado quase que inteiramente pela alta nos preços da energia, o que justifica o pequeno aumento nas taxas de juros promovido pelo Banco Central Europeu (BCE) em junho, segundo revelou uma nova pesquisa do BCE divulgada nesta terça-feira. O BCE elevou os juros pela primeira vez em quase três anos e deve fazê-lo novamente na próxima semana, já que as contínuas interrupções no Estreito de Ormuz mantêm os preços do gás e da gasolina elevados na zona do euro, que é importadora de energia. Uma nova publicação no blog de pesquisadores do BCE comparou o atual período de alta inflação com o que se seguiu à invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, utilizando variáveis como desequilíbrios de oferta e demanda relacionados à pandemia, choques adversos no abastecimento de energia, bem como medidas de política fiscal e monetária. “Nossas estimativas sugerem que o atual aumento da inflação geral, até o final de maio de 2026, tem sido impulsionado quase inteiramente por choques adversos no abastecimento de energia”, escreveram os economistas Kristina Barauskaitė Griškevičienė e Claus Brand. (Reuters)
Alcolumbre protocola indicação de Pacheco ao TCU e deve marcar votação para hoje
Escolha acontece em meio a aproximação entre o presidente do Senado e o presidente Lula.
Joesley Batista, da JBS, fez lobby junto a Trump para reduzir tarifas sobre importação de carne, diz WSJ
O bilionário brasileiro Joesley Batista, um dos donos da JBS, se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, em 20 de agosto para discutir como um aumento no fornecimento de carne bovina do Brasil poderia ajudar a conter os preços do produto nos EUA caso Trump suspendesse uma tarifa de importação de 26%, informou o Wall Street Journal nesta segunda-feira, citando fontes a par do assunto. Um dia depois, Trump afirmou que iria reduzir temporariamente as tarifas sobre a carne bovina para ajudar a baixar os preços e disse que as importações de carne moída seriam vendidas a preços 25% abaixo dos atuais. A Reuters não conseguiu confirmar imediatamente a informação.
Trump diz ser cedo para falar sobre eventual campanha presidencial de Hegseth em 2028
Trump disse que Hegseth está fazendo um “trabalho fantástico, mas é muito cedo para falar sobre isso”.
Dois petroleiros que transportavam petróleo saudita são atacados no Estreito de Ormuz
Dois superpetroleiros que transportavam petróleo saudita foram atingidos por projéteis desconhecidos com poucos minutos de diferença entre si enquanto atravessavam o Estreito de Ormuz na direção do mar aberto na noite de segunda-feira, de acordo com as empresas de inteligência e rastreamento marítimo Marisks e Kpler. “Os incidentes quase simultâneos representam uma nova escalada no ambiente de ameaças no corredor de Omã”, afirmou a Marisks. Cada um dos petroleiros carregou 2 milhões de barris de petróleo bruto saudita no terminal de Juaymah na semana passada, segundo dados da Kpler. A Saudi Aramco retomou os carregamentos e as vendas de petróleo a partir do interior do estreito em agosto. Os bloqueios iraniano e norte-americano ao Estreito de Ormuz reduziram drasticamente as exportações de energia do Golfo Pérsico, à medida que ambos os lados tentavam afirmar sua autoridade sobre a via navegável. Os esforços de mediadores, incluindo Catar e Omã, para negociar um acordo para reabrir o estreito — que transportava cerca de um quinto do abastecimento global de petróleo antes de os Estados Unidos e Israel lançarem ataques contra o Irã há mais de seis meses —, até o momento não surtiram efeito. (Reuters)
Bessent diz que não haverá alívio econômico à Rússia até fim da guerra na Ucrânia
Bessent se reuniu com Siluanov às margens de uma reunião dos líderes financeiros do G20 em Asheville, na Carolina do Norte.
Barris de petróleo e minério de ferro sobem juntos
Os preços do petróleo operam em alta, com a retomada dos confrontos entre os EUA e o Irã no Oriente Médio, renovando os temores de interrupções no fornecimento da principal região produtora mundial de petróleo bruto. As cotações do minério de ferro na China fecharam em leve alta, com investidores avaliando as expectativas de um aumento nas chegadas aos portos, em decorrência do elevado volume de embarques globais, em contraposição a uma pesquisa privada que mostrou aceleração da atividade industrial na China.
- Petróleo WTI, +2,38%, a US$ 87,80 o barril
- Petróleo Brent, +1,81%, a US$ 92,13 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,14%, a 726,50 iuanes (US$ 108,11)
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mistas
Na Ásia, os mercados acionários fecharam sem direção única nesta terça. No Japão, o Nikkei 225 recuou 0,15%, enquanto o Kospi, principal índice da Coreia do Sul, avançou 0,23%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,10%, e, na China continental, o CSI 300 fechou em baixa de 0,30%. O rendimento do título do governo japonês de 10 anos subiu 6 pontos-base e chegou a 3%, maior nível desde setembro de 1996, antes de recuar ligeiramente. A alta ocorre em meio às expectativas de uma política monetária mais apertada no Japão e à pressão sobre o Banco do Japão (BoJ) para acelerar o ritmo de alta dos juros. O movimento ganhou força após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, se reunir com a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, e com o presidente do BoJ, Kazuo Ueda. Segundo relatos, Bessent defendeu a necessidade de novos aumentos dos juros japoneses, em um momento de forte desvalorização do iene.
- Shanghai SE (China), -0,16%
- Nikkei (Japão): -0,15%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,93%
- Nifty 50 (Índia): -0,30%
- ASX 200 (Austrália): -0,10%
Bolsas da Europa operam em queda juntas
Os mercados acionários operam mistos, com o Stoxx 600, principal índice da região, em leve baixa. O movimento ocorre em meio à pressão sobre os mercados de renda fixa e à alta dos preços do petróleo. Entre os setores, químico e energia registravam ganhos, enquanto ações ligadas a viagens e lazer eram pressionadas pelo aumento das tensões geopolíticas.
- STOXX 600: -0,65%
- DAX (Alemanha): -1,03%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,86%
- CAC 40 (França): -0,32%
- FTSE MIB (Itália): -1,16%
Zona do euro: CPI (preliminar) tem alta anual de 3,3% em agosto; previsão 3,3%
O resultado ficou em linha com a previsão de analistas consultados pela FactSet, que era de 3,3%.
EUA: índices futuros recuam juntos no primeiro pregão do mês
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta terça-feira (1º), em meio à cautela dos investidores diante da escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã, da forte alta dos rendimentos dos Treasuries e das incertezas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed). O avanço dos preços do petróleo também reforça as preocupações com a inflação e com uma possível alta dos juros americanos. Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano com vencimento em dez anos subiram três pontos base, para 4,78%, o nível mais alto desde janeiro de 2025. Os investidores aumentaram para 67% as probabilidades de um aumento da taxa de juros nos EUA em setembro, ampliando a tendência de alta iniciada na semana passada, quando o presidente do Banco do Japão, Kevin Warsh, reiterou seu compromisso de conter a inflação.
- Dow Jones Futuro: -0,55%
- S&P 500 Futuro: -0,57%
- Nasdaq Futuro: -1,05%
Zona do euro: Taxa de desemprego fica em 6,4% em julho; previsão 6,3%
O resultado ficou acima da previsão de analistas consultados pela FactSet, que era de 6,3%.
Inflação pelo IPC-S caiu 0,37% na quarta quadrissemana de agosto de 2026
O IPC-S da quarta quadrissemana de agosto de 2026 caiu 0,37% e acumula alta de 3,93% nos últimos 12 meses.
Crescimento da indústria na zona do euro atinge máxima em mais de 4 anos em agosto
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) do setor industrial da zona do euro, da S&P Global, subiu de 51,9 em julho para 52,7 em agosto.
Atividade industrial da China acelera em agosto com melhora na demanda, aponta PMI
PMI da Indústria da RatingDog para a China, compilado pela S&P Global, subiu de 50,9 em julho para 51,5 em agosto.
Abertura de mercados
Os mercados se preparam para novas altas de juros no exterior diante dos novos combates no Oriente Médio, enquanto no Brasil as atenções se voltam para a divulgação do PIB do segundo trimestre. Os rendimentos dos títulos globais atingiram novas máximas nesta terça-feira depois que a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo, provocando temores quanto à inflação. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou novos ataques contra o Irã após a primeira troca de ataques diretos em um mês, levando os futuros do petróleo Brent LCOc1 a ultrapassar US$91 por barril e provocando uma onda de vendas de títulos. Na agenda nacional, o IBGE divulga às 9h os dados do Produto Interno Bruto no segundo trimestre, com expectativa de desaceleração. Pesquisa da Reuters aponta para um crescimento de 0,4% ante os três meses anteriores e alta de 1,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas, mas agosto acabou positivo
Investidores em Wall Street voltaram a sair de suas posições como reflexo de novos ataques militares dos EUA contra o Irã, que aconteceram no final de semana. De qualquer maneira, o mês segue positivo e as quedas dessa última sessão de agosto não tiveram potência para virar o cenário. Os preços do petróleo sobem novamente e voltam a assombrar na direção da inflação, com o Federal Reserve acenando com a possibilidade de um aumento nas taxas. “O mundo tem petróleo suficiente para suas necessidades, e um preço entre US$ 80 e US$ 90 não é tão restritivo a ponto de levar a economia ao colapso”, disse à CNBC o Tom Hainlin, estrategista nacional de investimentos do U.S. Bank Asset Management. “A indicação de hoje apenas nos coloca no limite superior dessa faixa, mas não altera nossa perspectiva para o consumidor, para os negócios, para a inteligência artificial, para a relocalização da produção ou para a continuidade da eletrificação da economia. Se o preço do petróleo subir acima de US$ 100 por barril, aí sim poderá se tornar ‘bastante proibitivo’”, acrescentou.
| Dia (%) | Agosto (%) | |
| Dow Jones | -0,70 | +1,34 |
| S&P 500 | -0,33 | +2,61 |
| Nasdaq | -0,12 | +3,93 |
DIs: juros futuros fecharam ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,615 | 0,005 |
| DI1F28 | 13,810 | 0,015 |
| DI1F29 | 14,175 | 0,005 |
| DI1F31 | 14,480 | -0,025 |
| DI1F32 | 14,555 | -0,035 |
| DI1F33 | 14,600 | -0,025 |
| DI1F34 | 14,580 | -0,055 |
| DI1F35 | 14,580 | -0,035 |
Dólar comercial termina com baixa de 0,31%
O dólar comercial voltou a terminar com baixa frente ao real, após três altas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,29%, aos 99,42 pontos.
- Venda: R$ 5,180
- Compra: R$ 5,179
- Mínima: R$ 5,161
- Máxima: R$ 5,189
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| EMBJ3 | -1,82 | 93,49 |
| BEEF3 | -1,55 | 3,82 |
| SUZB3 | -1,50 | 45,30 |
| SANB11 | -1,50 | 29,56 |
| CMIN3 | -1,33 | 5,92 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MRVE3 | 6,17 | 5,51 |
| CYRE3 | 5,52 | 24,29 |
| FLRY3 | 4,29 | 19,68 |
| PETR3 | 4,23 | 50,29 |
| MGLU3 | 4,11 | 4,81 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 55.854 | 3,38 |
| BBAS3 | 53.580 | 2,83 |
| ITUB4 | 34.333 | 0,84 |
| VALE3 | 33.010 | -0,93 |
| CSAN3 | 32.079 | 3,45 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,00%, aos 177.418,78 pontos
- Máxima: 178.585,94
- Mínima: 175.664,62
- Diferença para a abertura: +1.754,16 pontos
- Volume: R$ 30,70 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): +1,00%
- Semana: +1,00%
- Agosto: -0,33%
- 3T26: +3,14%
- 2026: +10,11%
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