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Ibovespa Futuro sobe com entrevista de Durigan no radar e tensão no Oriente Médio

Novos ataques no Golfo Pérsico que desafiam o otimismo sobre a rebertura do Estreito de Ormuz

Felipe Moreira

(Foto: Divulgação)
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O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (1º), com atenções voltadas para  entrevista do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e novos ataques no Golfo Pérsico que desafiam o otimismo sobre a rebertura do Estreito de Ormuz. Às 9h10 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,66%, aos 175.865 pontos.

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Durigan dá entrevista ao vivo à Radio CBN a partir das 7h30 desta segunda-feira.

No exterior, surgiram nesta segunda notícias de que forças dos Estados Unidos atingiram alvos iranianos durante o fim de semana e que Teerã respondeu, enquanto as defesas do Kuweit estariam interceptando ataques com mísseis e drones.

Enquanto negociadores de Washington e Teerã aparentemente trabalham para fechar um acordo, o presidente dos EUA, Donald Trump, permanecia em silêncio sobre o progresso até publicar que todos deveriam “apenas se sentar e relaxar”.

Falando no sábado, o secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, disse que os EUA estão prontos para retomar ataques contra o Irã caso um acordo não seja alcançado.

Com isso, os futuros do petróleo tipo Brent subiam cerca de 3%, para US$94 por barril. As ações globais, no entanto, encontravam sustentação no boom da IA.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,44%, S&P Futuro avançava 0,25% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,20%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar à vista operava com baixa de 0,32%, aos R$ 5,031 na venda.

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O índice Kospi, da Coreira do Sul, atingiu um novo recorde histórico nesta segunda, contrariando o desempenho misto dos mercados da Ásia-Pacífico, enquanto os investidores acompanhavam a incerteza persistente em torno das negociações entre os EUA e o Irã, depois que o presidente Donald Trump afirmou não ter “pressa” em fechar um acordo para encerrar o conflito.

Os preços do petróleo sobem forte, à medida que Israel amplia sua ofensiva no Líbano, renovando as preocupações de que confrontos com o grupo Hezbollah, apoiado pelo Irã, possam ameaçar o frágil cessar-fogo entre Washington e Teerã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionadas pela ampla oferta da commodity. Os embarques globais de minério de ferro aumentaram significativamente em relação ao trimestre anterior, impulsionados principalmente por maiores volumes da Austrália.

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(Com Reuters)