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Ibovespa Futuro sobe com atenção à falas do BC, balanços e dados de inflação nos EUA

Mercados avaliarão na quarta-feira os dados do índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês)

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O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (12), com foco dos investidores voltado para uma série de dados econômicos importantes, incluindo os números de inflação nos Estados Unidos, que devem fornecer sinais sobre o futuro da política monetária do Federal Reserve (Fed).

Os mercados avaliarão na quarta-feira os dados do índice de preços ao consumidor dos EUA (CPI, na sigla em inglês), à medida que buscam projetar o tamanho do corte de juros que o banco central norte-americano deve fazer em sua próxima reunião em setembro, o que deve impactar ativos no mundo todo.

No cenário nacional, agentes financeiros acompanham eventos com a participação de autoridades do Banco Central, que vêm na esteira de dados acima do esperado para o IPCA na sexta-feira.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, comparece à inauguração de novo campus da Fundação Getúlio Vargas (FGV) às 10h, em São Paulo. Mais tarde, o diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, palestra em evento promovido pela Warren Rena às 14h30, também na capital paulista.

Às 9h12 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em agosto subia 0,31%, aos 131.385 pontos.

Em Wall Street, Dow Jones Futuro operava com alta de 0,18%, S&P500 subia 0,26% e Nasdaq Futuro avançava 0,27%.

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De volta ao Brasil, investidores repercutem uma gama de balanços corporativos a serem divulgados após o fechamento dos mercados, incluindo resultados de CSN, Itaúsa, Localiza, Natura & Co e MRV & Co.

Ibovespa, dólar e mercado externo


O dólar comercial operava com queda de 0,40%, cotado a R$ 5,492 na compra e na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) caía 0,28%, indo aos 5.507 pontos.

No mercado de commodities, os preços do petróleo operam com alta, ampliando os ganhos de mais de 3% da semana passada, apoiados por tensões geopolíticas e melhores dados econômicos.

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Já os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em alta, após uma semana de altos e baixos, com fortes liquidações seguidas de uma forte recuperação, especialmente nas ações japonesas.

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Felipe Moreira
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