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Ibovespa Futuro sobe após “super quarta” com atenção aos próximos dados dos EUA

Após decisões de política monetária, atenção se volta para relatório de empregos nos EUA

Felipe Moreira

Home brokers com gráficos de ações (Crédito: Shutterstock)

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O Ibovespa Futuro opera com alta nesta quinta-feira (1º), com investidores repercutindo decisões de política monetária da véspera do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil, enquanto aguardam importante relatório de emprego dos Estados Unidos na sexta-feira. O Copom decidiu na véspera fazer um novo corte de 0,50 ponto percentual na taxa Selic, a 11,25% ao ano e sua diretoria antevê cortes na mesma intensidade nas próximas reuniões.

Na agenda doméstica, os agentes do mercado estão de olho nos dados de inflação ao produtor, Índice de Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) industrial e balança comercial.

Às 9h13 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em fevereiro operava com alta de 0,13%, aos 128.160 pontos.

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Em Wall Street, índices futuros dos EUA operavam em alta, revertendo parte das perdas da véspera, depois que Federal Reserve (Fed) o manteve as taxas de juros estáveis e sinalizou que um corte em março é improvável. As empresas de tecnologia Amazon, Apple e Meta reportam resultados após o fechamento.

Nesta manhã, o Dow Jones Futuro subia 0,06%, S&P Futuro avançava 0,34% e Nasdaq Futuro registrava valorização de 0,51%.

Dólar e mercado externo

O dólar comercial opera com alta de 0,50%, cotado a R$ 4,92 na compra e na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) subia 0,35%, indo aos 4.978 pontos. Enquanto isso, DXY, índice que mede a força do dólar perante à uma cesta de moedas, opera com alta de 0,34%, a 103,63 pontos.

No mercado de juros, os contratos operam sem direção única, à medida que investidores repercutem as decisões de juros no Brasil e nos EUA. O DIF25 caía 0,02 pp, a 9,96%; DIF26, -0,01 pp, a 9,65%; a DIF27, +0,01 pp, a 9,80%; DIF28, 0,00 pp, a 10,06%; DIF29 0,00 pp, a 10,24%.

Os mercados asiáticos fecharam sem direção definida nesta quinta-feira, um dia após o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) indicar que não pretende cortar juros em breve e também em meio a temores persistentes sobre a perspectiva da economia chinesa. Novos dados de atividade manufatureira da China não aliviaram preocupações sobre a segunda maior economia do mundo.

Já os mercados europeus operam com perdas em sua maioria, após o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidir manter sua taxa básica de juros em 5,25%, após concluir reunião de política monetária. A decisão do BoE de manter os juros pela quarta reunião seguida no maior patamar em 16 anos veio em linha com a expectativa de analistas.

Os preços do petróleo sobem após abertura negativa. A commodity registrou em janeiro o primeiro ganho mensal desde setembro, com os EUA e o Irã à beira de um confronto mais direto no Oriente Médio.  As cotações do minério de ferro na China fecharam com ligeira baixa.