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Ibovespa Futuro sobe após baixa na sexta, com alívio nas tensões entre China e EUA

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agenda em Roma

Felipe Moreira

Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)
Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)

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O Ibovespa Futuro opera com alta nas primeiras negociações desta segunda-feira (13), com as atenções voltadas para a disputa comercial entre Estados Unidos e China, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agenda em Roma. Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em outubro subia 0,98%, aos 141.745 pontos.

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O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou na sexta-feira com tarifas de 100% sobre a China a partir de 1 de novembro e Pequim falou em contramedidas. Mas Trump soou mais conciliador no domingo, postando que tudo ficará bem e que os EUA não querem “prejudicar” a China.

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Diante disso os mercados se estabilizavam nesta segunda, mas o ouro atingiu nova máxima recorde acima de US$ 4.000 a onça, em um sinal de que as incertezas permanecem elevadas.

Na pauta nacional, Lula foi recebido pelo papa Leão 14 e ainda participará em Roma do Fórum Mundial da Alimentação, entre outros compromissos.

O dia terá ainda cerimônia de abertura da Reunião Ministerial Preparatória da 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, da qual participará o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,77%, o S&P Futuro subia 1,12% e o Nasdaq Futuro tinha alta de 1,67%.

Ibovespa, dólar e mercado externo

O dólar à vista operava com baixa de 0,54%, cotado a R$ 5,474 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 1,04%, a R$ 5,501 pontos.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam no vermelho, com os investidores atentos a quaisquer consequências das novas tensões comerciais entre a China e os EUA.

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A China disse no domingo que “não tem medo” de uma guerra comercial com os EUA depois que o presidente Donald Trump prometeu impor novas tarifas retaliatórias punitivas sobre as importações chinesas .

Os mercados europeus operam em alta com a forte recuperação das ações de mineração em meio a nova disputa comercial entre EUA e China.

Os preços do petróleo sobem nesta segunda-feira, após uma queda de 4% na sexta-feira, depois que o presidente Donald Trump ameaçou impor tarifas mais altas à China em resposta aos controles mais rígidos de exportação de minerais de terras raras adotados por Pequim.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com a forte exportação de aço na China, juntamente com menores embarques de minério, superando as preocupações com as novas tensões comerciais entre China e EUA.

(Com Reuters e Bloomberg)