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Ibovespa Futuro sobe à espera de falas de Haddad em meio a impasse tarifário com EUA

Haddad diz que Alckmin teve conversa longa com Lutnick e que Brasil prosperará em negociação com EUA

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)
Painel na B3, em São Paulo, Brasil, em 17 de dezembro (Bloomberg)

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O Ibovespa Futuro opera com alta nos primeiros negócios desta terça-feira (29), com atenções voltadas à postura do governo brasileiro diante da possível imposição de tarifas de 50% pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais. As atenções também se voltam para declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que concederá entrevista ao vivo ao programa CNN 360, a partir das 15h( horário de Brasília). Por volta das 9h06, o contrato com vencimento em agosto subia 0,15%, aos 133.235 pontos.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça que o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, teve uma terceira e longa conversa com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, e afirmou que o Brasil prosperará nas negociações comerciais com os EUA.

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No exterior, investidores reavaliavam o acordo comercial entre EUA e União Europeia, diante da perspectiva de que a tarifa punitiva pode afetar o crescimento e fomentar a inflação.

O alívio inicial com a taxa de 15% sobre a Europa se dissipava conforme analisada diante da taxa de 1% a 2% que o continente enfrentava antes de Donald Trump assumir a Presidência dos EUA.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro avançava 0,17%, o S&P Futuro subia 0,23% e o Nasdaq Futuro tinha alta de 0,42%.

Ibovespa, dólar e mercado externo

O dólar à vista subia 0,16%, cotado a R$ 5,600 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento avançava 0,06%, aos 5.597 pontos.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, enquanto os investidores aguardavam o resultado das negociações comerciais entre os EUA e a China. Os investidores também aguardam o resultado da reunião do Fed, que ocorrerá na quarta-feira nos Estados Unidos, onde o banco central americano decidirá se cortará ou não as taxas de juros.

A Índia ultrapassou a China e se tornou o maior exportador de smartphones para os EUA, de acordo com a empresa de pesquisa Canalys, refletindo a mudança na cadeia de suprimentos de fabricação para longe de Pequim em meio à incerteza alimentada por tarifas.

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Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, após o presidente Donald Trump pressionar a Rússia a fechar uma trégua rápida com a Ucrânia, sob pena de sofrer potenciais penalidades econômicas.

As cotações do minério de ferro encerraram o pregão em alta na China, impulsionadas pelo otimismo em torno das negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

(Com Reuters)