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Abertura do mercado

Ibovespa Futuro segue exterior e opera em alta, com atenção a juros nos EUA e estímulos na China

A agenda da semana está carregada de dados importantes tanto aqui no Brasil quanto lá fora.

Por  Felipe Moreira

O Ibovespa Futuro opera com leve alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (28), seguindo otimismo externo, apoiado pelo corte nas taxas sob transações na bolsa pela China, além dos sinais de que novos estímulos devem ser anunciados. A queda nos juros americanos, após fala do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, levar a fortes altas na sexta, contribui para o momentum positivo (apesar de ter contribuído para a queda da Bolsa brasileira na sexta).

Apesar de reiterar que as taxas podem ficar elevadas por mais tempo, a leitura foi de que os cenários que o presidente do Fed trouxe já estava sendo precificado no mercado. As commodities e ações na Ásia também sobem com o anúncio de estímulo no mercado de ações pela China.

Enquanto isso, a agenda da semana está carregada de dados importantes tanto aqui no Brasil quanto lá fora. Nos EUA, o deflator do PCE na quinta-feira e o Payroll na sexta-feira, serão os indicadores mais importantes. Já por aqui, teremos como o grande destaque o PIB do segundo trimestre de 2023 (sexta-feira), e os dados de mercado de trabalho do Caged (quarta-feira) e a taxa de desemprego do PNAD (quinta-feira).

Além disso, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, discursará em dois eventos nesta segunda-feira.

Às 9h14 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em outubro operava com valorização de 0,29%, a 118.035 pontos.

Em Wall Street, os índices futuros operam com alta, à medida que investidores se preparam para indicadores relevantes durante a semana, incluindo payroll e inflação PCE. Agentes do mercado veem apontando mercado de trabalho como um dos fatores decisivos para o rumo da política monetária, junto com a resiliência da economia.

Nesta manhã, Dow Jones Futuro subia 0,55%, S&P Futuro tinha alta 0,07% e Nasdaq Futuro operava com valorização de 0,76%.

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Dólar

O dólar comercial opera com queda de 0,20%, cotado a R$ 4,865 na compra e R$ 4,866 na venda. Já o dólar futuro para setembro recuava 0,13%, equivalente a R$ 4,872.

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No mercado de juros, os contratos futuros operam sem direção definida na sessão desta segunda-feira. O DIF24 (janeiro para 2024) opera com alta de 0,01 pp , a 12,42%; DIF25, 0,00 pp, a 10,52%; DIF26, 0,00 pp, a 10,06%; DIF27, -0,01 pp, a 10,22%; DIF28, -0,01 pp, a 10,51%; DIF29 -0,01 pp, a 10,70%.

Exterior

Os mercados europeus operam em alta, com investidores avaliando a perspectiva de juros e aguardando os próximos dados econômicos desta semana.

Os agentes do mercado continuam a refletir sobre um resumo dos comentários do simpósio anual da Fed de Kansas City, em Jackson Hole, Wyoming, na semana passada. Na reunião, vários banqueiros centrais reuniram-se para discutir a política monetária e como lidar com a inflação persistentemente elevada em muitas das principais economias.

Os mercados estão fechados no Reino Unido devido a um feriado.

Ásia

Os mercados asiáticos iniciaram a última semana de agosto em alta, com as ações da da China continental e de Hong Kong liderando os ganhos na região.

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As autoridades chinesas reduziram sobre as negociações de ações, a partir de segunda-feira. O Ministério das Finanças disse que a medida pretendia “revigorar o mercado de capitais e aumentar a confiança dos investidores”.

Já as ações da incorporadora imobiliária mais endividada do mundo, China Evergrande Group caiu 87% com a retomada da negociação após 17 meses.

Os preços do petróleo operam com alta, depois que a China adotou medidas para apoiar a sua economia em declínio, embora os investidores continuassem preocupados com o ritmo de crescimento, bem como com novos aumentos das taxas de juro nos EUA, que poderiam atenuar a procura de combustível.

As cotações do minério de ferro na China iniciaram a semana no campo negativo.

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