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O Ibovespa Futuro opera em baixa nas primeiras negociações desta quarta-feira (13), em movimento deslocado do exterior que opera em alta, com falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e notícias corporativas e sobre a eleição em foco. Às 9h10 (horário de Brasília), o contrato para junho caía 0,27%, a 182.250 pontos.
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Pesquisa Genial Quaest mostrou que aprovação de Lula subiu para 46% com melhora entre eleitores independentes, enquanto Galípolo discursa, às 9h, na abertura da Conferência Anual do Banco Central.
Após o fechamento dos mercados, divulgam seus resultados Banco do Brasil (BBAS3), CSN (CSNA3) e Eneva (ENEV3).
No exterior, os mercados se recuperavam das perdas da sessão anterior, e o preço do petróleo recuava levemente em relação a máximas recentes, mesmo com a diminuição das expectativas de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irã.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi à China nesta quarta-feira para uma cúpula com o presidente Xi Jinping, dizendo que não espera precisar da ajuda de Pequim para acabar com a guerra com o Irã e aliviar o controle de Teerã sobre o Estreito de Ormuz.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro caía 0,28%, S&P Futuro avançava 0,20% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,69%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,26% na B3, aos R$ 4,924.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, enquanto investidores analisavam a inflação de abril mais alta do que o esperado, em meio a preocupações com a alta dos preços do petróleo e o conflito em curso no Oriente Médio.
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Os investidores também estarão atentos aos desdobramentos relacionados ao próximo encontro entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping, onde se espera que o comércio seja discutido.
Os preços do petróleo recuam após subir quase 8% nas últimos três pregões, enquanto uma solução para a guerra no Irã permanece incerta, com as exportações iranianas sofrendo ainda mais pressão devido ao bloqueio naval dos EUA no Estreito de Ormuz.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com investidores avaliando a oferta mais restrita decorrente da redução dos embarques da Austrália e do Brasil em contraposição à fraca demanda interna por aço na China
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(Com Reuters)

