Abertura

Ibovespa Futuro cai forte em meio a disseminação do coronavírus; dólar sobe

Pré-market mostra perdas diante dos desdobramentos do vírus de Wuhan no cenário global

(Shutterstock)
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SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro tem forte queda nesta segunda-feira (27) com os investidores preocupados com a disseminação do coronavírus. O governo chinês informou que a doença atingiu mais de 2.700 pessoas e matou pelo menos 80, a maioria na província de Hubei. Foram enviados US$ 9 bilhões para combater a doença.

Às 9h26 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa com vencimento em fevereiro cai 1,69% a 116.460 pontos, enquanto o dólar futuro com o mesmo vencimento tinha alta de 0,6% a R$ 4,209. Já o dólar comercial avança 0,43% a R$ 4,2028 na compra e a R$ 4,2035 na venda.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai um ponto-base a 4,97%, DI para janeiro de 2023 fica estável a 5,55% e DI para janeiro de 2025 tem alta de dois pontos-base a 6,31%

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Entre os indicadores, o Relatório Focus do Banco Central mostrou que ficaram estáveis as expectativas do mercado financeiro para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,31% para 2019 e em 2,5% em 2020.

Já para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) as perspectivas foram revisadas de 3,56% para 3,47% para 2019 e mantiveram-se em 3,75% para 2020.

A projeção da taxa de câmbio subiu de R$ 4,05 para R$ 4,10 em 2019 e ficou em R$ 4,00 para 2020. Já para a Selic a perspectiva foi reduzida de 4,5% para 4,25% em 2019 e manteve-se em 6,25% para 2020.

Os mercados estão de olho na reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) nos Estados Unidos, que terá decisão na quarta-feira; também observam os resultados das empresas de tecnologia como Apple, Facebook e Google.

No Brasil, o mercado fica de olho na temporada de balanços, que terá início hoje com os resultados da Cielo. No noticiário corporativo, destaque para a notícia de que a Invepar prepara a venda da sua participação no Aeroporto de Guarulhos (SP).

Noticiário corporativo 

A Invepar, grupo de infraestrutura que administra empresas de transportes, prepara a venda da sua participação no Aeroporto de Guarulhos (SP). A empresa carioca não comentou a notícia, publicada ontem no jornal O Globo. Já a Copasa – Companhia de Saneamento de Minas Gerais – teve o seu rating elevado pela agência de classificação de risco Moody’s.

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Ainda no radar, a Vale acionou o nível 2 do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração da Barragem Sul Inferior, da Mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG). “Em razão das fortes chuvas na região, ocorreu uma erosão na parte interna do reservatório da estrutura, que se mantém estável”, disse a Vale.

(Com Agência Estado, Agência Brasil e Bloomberg)

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