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Ibovespa Futuro cai com impasse no Oriente Médio e nova pesquisa eleitoral no radar

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva concede entrevista às 11h a podcasts

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O Ibovespa Futuro opera em baixa nos primeiros negócios desta sexta-feira (14), enquanto o impasse nas negociações para acabar com a guerra no Oriente Médio elevava o preço do barril de petróleo. Às 9h03 (horário de Brasília), o contrato futuro do Ibovespa com vencimento em outubro recuava 0,30%, aos 170.170 pontos.

Os preços do petróleo e do gás ainda apontam para ganhos semanais expressivos, à medida que o impasse sobre um acordo de paz prosseguia e os Estados Unidos ameaçavam intensificar a pressão econômica sobre o Irã, inclusive com a extensão de um bloqueio naval.

Os investidores, no entanto, não mostram sinais de alarme, mantendo o foco no tema da inteligência artificial após balanços fortes ajudarem a acalmar as preocupações dos investidores com os gastos em IA.

Na pauta nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva concede entrevista às 11h a podcasts. É aguardada ainda a primeira pesquisa da Quaest contratada pela TV Globo sobre a eleição de outubro.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recuava 0,14%, S&P Futuro avançava 0,08% e Nasdaq Futuro tinha valorização de 0,23%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com baixa de 0,09%, aos R$ 5,197.

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Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única nesta sexta. O índice Kospi, da Coreia do Sul, um indicador importante para investimentos em inteligência artificial, subiu mais de 2%, elevando seu ganho semanal para 11% e interrompendo uma sequência de sete semanas de perdas. As ações da Samsung Electronics Co. e da SK Hynix Inc. avançaram mais de 15% nos últimos cinco dias.

Os preços do petróleo operam em alta, depois que os EUA disseram que seu bloqueio naval aos portos iranianos poderia continuar “indefinidamente”, reacendendo as preocupações sobre o fluxo de energia através do crucial Estreito de Ormuz.

As cotações do minério de ferro na China fecharam com alta, impulsionadas pela queda nos estoques portuários chineses, pela nova injeção de liquidez do banco central do país e por sinais de recuperação da demanda por aço.

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(Com Reuters)

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Felipe Moreira
Mercados | Economia | Investimentos