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Ibovespa Futuro avança com inflação nos EUA, Haddad e Guillen no radar

No cenário externo, o dia começa com os mercados de olho em desenvolvimentos positivos nas tensões comerciais

Felipe Moreira

Painel de cotações na B3. Fonte: Amanda Perobelli/REUTERS
Painel de cotações na B3. Fonte: Amanda Perobelli/REUTERS

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O Ibovespa Futuro opera em alta nas primeiras negociações desta sexta-feira (27), com atenções voltadas para falas do ministro da Fazenda e do diretor de Política Econômica do Banco Central, enquanto no exterior o foco está em torno de novidades nas disputas comerciais recentes e números para a inflação dos Estados Unidos. Às 09h10 (horário de Brasília), o Ibovespa Futuro com vencimento em agosto tinha alta de 0,08%, cotado aos 19.365 pontos.

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Pela manhã, o ministro Fernando Haddad realizará uma palestra na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), às 11h, e depois concederá entrevista ao vivo à GloboNews, às 14h30. Já o diretor do BC Diogo Guillen participará do Barclays Day in Brazil, organizado pelo Banco Barclays, em São Paulo, às 11h10.

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Na frente de dados nacional, o mercado repercute a taxa de desemprego, que ficou em 6,2% nos três meses até maio. A expectativa era de uma taxa de desemprego a 6,4%, segundo projeção de analistas compiladas pela Reuters.

No cenário externo, o dia começa com os mercados de olho em desenvolvimentos positivos nas tensões comerciais, com os Estados Unidos chegando a um entendimento com a China sobre como agilizar os embarques de terras raras chinesas, segundo autoridade da Casa Branca.

Também estará no radar a publicação de números do índice PCE — o indicador de inflação preferido do Federal Reserve — para maio, às 9h30, conforme os investidores buscam sinais sobre a trajetória da taxa de juros nos EUA.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro operava com alta de 0,35%, S&P500 tinha valorização 0,36% e Nasdaq Futuro subia 0,45%.

Ibovespa, dólar e mercado externo

O dólar à vista operava em baixa de 0,33%, aos R$ 5,487 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,04%, aos 5.481 pontos.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com os investidores reagindo à queda de 9,1% nos lucros industriais da China entre janeiro e maio, o pior resultado desde outubro de 2023.

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Os mercados europeus operam em alta, com os investidores reagindo à sinalização da Casa Branca de que o prazo iminente para a imposição de tarifas específicas por país “não é crítico” e “pode ser estendido”.

Os preços do petróleo caminham para encerrar semana em baixa, com a manutenção do cessar-fogo entre Irã e Israel e a redução das preocupações sobre os riscos de fornecimento no Oriente Médio.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, devido à queda nos estoques de minério e aço.

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(Com Reuters)