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SÃO PAULO – Amparado pela volta do mercado norte-americano, o Ibovespa Futuro abre esta segunda-feira (6) em baixa de 1,70%, aos 50.500 pontos, pressionado pela queda das commodities no mercado internacional.
Em Nova York, a cotação do barril de petróleo recua mais de 4%, seguindo a tendência declinante do cobre, que nesta manhã registra desvalorização de 4,30%.
Apesar do otimismo recente quanto à recuperação da economia global, os analistas ponderam agora a temporada de resultados corporativos referente ao segundo trimestre, inspirando preocupações por parte do mercado.
Nesta sessão, o banco francês Société Générale projetou resultado trimestral negativo de US$ 1,8 bilhão, principalmente em função de baixas contábeis. Além disso, pesa também o desempenho do mercado de trabalho norte-americano, que pode trazer influência negativa sobre os resultados corporativos das empresas locais.
Posições em aberto na BM&F
Até o pregão de segunda-feira, os investidores institucionais (fundos de pensão, fundos de investimentos e bancos de investimentos) tinham posições vendidas em aberto de 60,02 mil contratos de Ibovespa Futuro e compradas de 31,29 mil contratos, ou seja, um saldo negativo de 28,72 mil contratos.
Na outra ponta do mercado estão os investidores estrangeiros, que tinham posições compradas em aberto de 67,27 mil contratos de índice futuro e vendidas de 34,53 mil, o que garante um saldo positivo de 32,74 mil contratos.
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Abertura nos EUA
Nos EUA, o contrato futuro do S&P500 opera a 913,40 pontos, baixa de 8,11 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 com desvalorização de 0,90% em relação ao último fechamento.
Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.435,81 pontos, baixa de 0,72% frente à última sessão.