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SÃO PAULO – Revertendo a trajetória de queda vista no último pregão, o Ibovespa futuro inicia a sessão desta quinta-feira (16) em alta de 0,27 % a 69.000 pontos. O Benchmark acompanha os ganhos externos, em dia marcado pela reunião de cúpula dos membros da União Europeia e uma forte agenda norte-americana.
Assim, os índices futuros do S&P 500, do Dow Jones e do Nasdaq Composite avançam 0,16%, 0,11% e 0,06% cada. No mesmo sentido, os índices acionários na Europa registram altas com o FTSE 100 (Inglaterra) e o DAX 30 (Alemanha) subindo 0,15% e 0,11% cada.
Referências do dia
Frente ao continente europeu, está marcada para esta quinta-feira o início da reunião de cúpula dos membros da União Europeia, que discutirá a política econômica da região, bem como a adoção de um mecanismo permanente de combate à crise.
Em relação à agenda dos Estados Unidos, o investidor deve observar o Initial Claims, indicador que aponta o número de pedidos de seguro desemprego registrados no país na última semana. O dia ainda conta com o Housing Starts, que contabiliza o número de casas nos estágio iniciais de construção no país, e o Building Permits, trazendo o número de autorizações de construção emitidas durante o último mês.
Inflação e Copom
Já no Brasil, depois de cinco semanas consecutiva apontando aumento do ritmo inflacionário, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) registrou variação de 1,06% na segunda prévia de dezembro, baixa de 0,08 ponto percentual na passagem semanal.
Em sentido contrário, o IGP-10 (Índice Geral de Preços) registrou taxa de inflação de 1,27% em dezembro, apontando assim aumento no ritmo de elevação dos preços, uma vez que o resultado é 0,11 ponto percentual maior que o apurado no mês anterior.
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Fica em destaque também no front interno a ata da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) refetenete ao encontro dos dias 7 e 8 de dezembro. No documento, que detalha a percepção do Copom, a inflação aparece como ponto principal a ser considerado, influenciada não apenas pela dinâmica interna, mas também pela injeção de liquidez no plano internacional – ainda que não cite eventos, a autoridade monetária faz referência à segunda rodada de estímulos adotados nos Estados Unidos.