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Ibovespa fecha quase estável com EUA-China no radar; Embraer sobe

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,07%, a 141.682,99 pontos

Reuters

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Mulher observa cotações na B3 (Foto: Reprodução/B3)
Mulher observa cotações na B3 (Foto: Reprodução/B3)

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SÃO PAULO (Reuters) – A bolsa de valores de São Paulo fechou perto da estabilidade nesta terça-feira, em meio a persistentes receios sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China, mas desempenho robusto de papéis como Embraer (EMBR3), que saltou quase 5% após receber novo pedido de aviões.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,07%, a 141.682,99 pontos, após marcar 141.334,32 na mínima e 142.588,97 na máxima do dia. O volume financeiro somou R$19,5 bilhões.

A tensão comercial entre EUA e China voltou ao foco após os países passarem a cobrar taxas portuárias adicionais de empresas de transporte marítimo. No final da tarde, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou encerrar alguns laços comerciais com a China.

Em Nova York, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário nos EUA, fechou com declínio de apenas 0,16%, com resultados trimestrais de grandes bancos também ocupando as atenções no início da temporada de balanços da maior economia do mundo.

“O mercado está tentando entender como os efeitos da guerra comercial pesaram no balanço das corporações”, disse o sócio e advisor da Blue3 Investimentos, Willian Queiroz.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em audiência no Senado que a partir de quarta-feira o governo começará a trabalhar em alternativas para compensar o impacto orçamentário do arquivamento da MP 1303.

Em meio aos ajustes de outubro na bolsa paulista, o Bank of America publicou sua pesquisa com gestores mostrando que a maior parte (54%) vê o Ibovespa acima dos 160 mil pontos até o final de 2026, enquanto 17% enxergam o índice acima de 180 mil.

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