Análise técnica

Ibovespa deu bom sinal, mas ainda não está em tendência de alta no curto prazo, diz analista da Rico

Pamela Semezzato entende que é preciso ver na próxima correção se o índice irá se sustentar acima dos 70 mil pontos

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SÃO PAULO – Apesar das duas fortes altas recentes, a analista gráfica Pamela Semezzato, da Rico Investimentos, afirma que ainda não há sinais de que o Ibovespa tenha mudado de tendência de queda para alta no curto prazo.

Pamela aponta que a alta da véspera aconteceu com volume reduzido, de modo que o rompimento da resistência dos 70 mil pontos não foi um sinal tão forte assim, até porque a Bolsa fechou abaixo deste patamar.

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Além disso, a disparada desta quarta forma mais um candle acima dessa resistência, mas com um mercado tão volátil é preciso observar se a próxima queda ou correção do principal índice da B3 irá respeitar o nível dos 70 mil pontos como suporte. A analista lembra que uma tendência de alta se caracteriza por topos e fundos ascendentes. No longo prazo, ela explica que a tendência primária do benchmark é de alta, mas a tendência secundária ainda é de baixa.

O bom sinal, por outro lado, é o rompimento da média móvel de nove dias, que sinaliza força compradora no índice.

Confira a análise da Pam no vídeo acima, que faz parte do Giro do Dia, programa diário de análise técnica do grupo do Telegram do InfoMoney.

Análise técnica

Chamada de análise gráfica por alguns, ela parte do pressuposto de que tudo o que pode ser medido acerca do desempenho futuro de uma ação já está precificado.

Desse modo, os movimentos diários do papel teriam um componente muito maior de percepção psicológica dos investidores sobre se está caro ou barato, subiu demais ou caiu demais, do que de fundamentos.

As operações em análise técnica, então, são guiadas a partir de um estudo do gráfico do preço da ação, verificando quais patamares de preço geralmente atraem vendas (resistências) e quais outros atraem compras (suportes).

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Outras ferramentas da análise técnica incluem o Índice de Força Relativa (IFR), projeção de Fibonacci e análise de médias móveis.

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