Hapvida reduz emissões, avança em inclusão e reforça metas ambientais até 2030

A operadora também destacou sua inclusão no IDIVERSA B3, índice que reúne empresas com práticas voltadas à promoção da diversidade e inclusão

Equipe InfoMoney

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Logotipo da Hapvida é visto em centro clínico em São Paulo, Brasil, 26 de março de 2025. REUTERS/Amanda Perobelli
Logotipo da Hapvida é visto em centro clínico em São Paulo, Brasil, 26 de março de 2025. REUTERS/Amanda Perobelli

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A Hapvida divulgou seu Relatório de Sustentabilidade 2025, documento que reúne os principais avanços da companhia em sua agenda ambiental, social e de governança (ASG).

Segundo a empresa, o relatório busca ampliar a transparência sobre seus resultados junto a diferentes públicos, como investidores, reguladores, agências de classificação de risco, colaboradores, parceiros e a sociedade.

Para o CEO da companhia, Luccas Augusto Adib, a sustentabilidade está diretamente ligada à operação do negócio. “O ponto central é que sustentabilidade não é narrativa paralela ao negócio. Ela é intrínseca à operação, à alocação de capital, à gestão de riscos e à experiência de quem depende da Hapvida para cuidar da saúde”, afirmou.

Na frente social, o relatório aponta avanços nos indicadores de diversidade e inclusão. As mulheres representam mais de 75% do quadro de colaboradores da companhia e ocupam 70% dos cargos de liderança a partir do nível de coordenação. Além disso, 63% dos profissionais da empresa se autodeclaram pretos ou pardos.

A operadora também destacou sua inclusão no IDIVERSA B3, índice que reúne empresas com práticas voltadas à promoção da diversidade e inclusão. O documento menciona ainda a evolução da companhia no Movimento Elas Lideram, iniciativa vinculada ao Pacto Global da ONU que busca ampliar a presença feminina em posições de alta liderança.

Entre os projetos de impacto social, a Hapvida ressaltou a inauguração da primeira Sala Lilás implementada por uma empresa do setor de saúde no Brasil em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O espaço foi instalado no Hospital Keila Ferreira, em Guarulhos (SP), e oferece acolhimento especializado e suporte a mulheres em situação de violência e vulnerabilidade.

Na agenda ambiental, a companhia informou que ampliou o uso de energia proveniente de fontes renováveis ao longo de 2025. Segundo o relatório, 72% da energia consumida em suas operações teve origem em fontes limpas, movimento que contribuiu para uma redução de 79% nas emissões de Escopo 2, relacionadas à energia elétrica adquirida, em comparação com o ano anterior.

A empresa também reportou queda de 14% nas emissões de Escopo 3, que abrangem atividades ligadas à cadeia de valor. De acordo com a Hapvida, a redução foi alcançada mesmo em meio à expansão da rede própria de atendimento, reforçando os esforços para reduzir os impactos ambientais de suas operações.

Os avanços na agenda climática contribuíram para a manutenção da classificação AA no MSCI ESG Ratings. Além disso, a companhia destacou a continuidade de sua adesão aos padrões de governança exigidos pelo Novo Mercado da B3, segmento que reúne empresas comprometidas com regras mais rigorosas de governança corporativa e transparência.

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Para Adib, os resultados mostram que crescimento e responsabilidade podem caminhar lado a lado. O executivo afirmou que os avanços obtidos reforçam a meta da companhia de superar 90% de consumo de energia proveniente de fontes renováveis até 2030.

“Os resultados mostram que é possível crescer com responsabilidade e que orientam nossa meta de superar 90% do consumo por fontes renováveis até 2030. Esses compromissos sociais são pactos que todos nós temos que mirar”, concluiu.

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