Guerra parece mais distante e dólar segue em queda de 1,57%, cotado a R$ 3,512

No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera nesta sexta-feira em forte baixa de 1,23%, cotada a R$ 3,54

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SÃO PAULO – O dólar segue em queda no mercado de câmbio, pressionado pelos rumores de adiamento da guerra entre os Estados Unidos e o Iraque e pela elevação da recomendação dos títulos brasileiros pelo banco de investimentos norte-americano Morgan Stanley.

Pela manhã desta sexta-feira foi anunciada a elevação da recomendação dos títulos da divida brasileira pelo Morgan Stanley Dean Witter, passando a classificação de marketweight para overweight. Para tal foi alegado o forte potencial de elevação dos ativos após as fortes quedas das últimas semanas, além da maior possibilidade de o governo do país conseguir aprovas as reformas anunciadas.

Também contribui para queda da moeda norte-americana as expectativas d o mercado de que a guerra entre os Estados Unidos e o Iraque ocorra somente ao final de fevereiro ou começo de março, tendo em vista que rumores apostam que Tony Blair, primeiro ministro britânico, em reunião com o presidente dos EUA, George W. Bush, deve pedir um tempo de seis semanas para um eventual ataque norte-americano.

Dólar segue em trajetória de queda

O dólar comercial opera cotado a R$ 3,5050 na compra e R$ 3,5120 na venda, forte baixa de 1,57% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 3,5430, representando um ágio de 1,08% em relação ao dólar comercial. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 1,16%.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro opera cotado a R$ 3.526, forte baixa de 0,96% em relação ao fechamento de R$ 3.560 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera em forte baixa de 1,22%, atingindo R$ 3.556 frente a R$ 3.600 do fechamento de ontem.

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