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SÃO PAULO – O embaixador adjunto da Coreia do Norte na ONU, Kim In-ryong, voltou a alarmar o mundo na última segunda-feira, ao afirmar que a situação na península coreana é “delicada” e que uma “guerra nuclear pode começar a qualquer momento”.
Kim In-ryong afirmou que a Coreia do Norte é o único país sujeito a “uma ameaça nuclear tão extrema e direta” por parte dos Estados Unidos desde a década de 1970, apontando para os exercícios militares em larga escala feitos pela maior economia do mundo. Ele adiantou que o país tem o direito de possuir armas nucleares para se defender.
Em meio a essa escalada de tensão, o subsecretário de Estado dos Estados Unidos, John J. Sullivan, disse nesta terça-feira, durante visita a Tóquio (Japão), que a Casa Branca “não descarta” a possibilidade de dialogar de forma direta com Pyongyang, apesar da tensão entre os dois países, defendendo a diplomacia para resolver a crise na região, após se reunir com o seu homólogo japonês durante o segundo dia de sua viagem ao Japão. “Embora estejamos focados em levar a pressão (sobre a Coreia do Norte), não descartamos a possibilidade conversas diretas”, afirmou Sullivan.