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Greve na Petrobras, venda de ativos da Vale e mais 7 notícias no radar desta quarta

Confira os principais destaques da Bovespa na manhã desta quarta-feira

SÃO PAULO – O noticiário corporativo aparece ainda morno na manhã desta quarta-feira (2). Nos destaques, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou ontem à Petrobras (PETR3; PETR4) que trabalhadores da companhia farão greve por tempo indeterminado a partir da sexta-feira, 4 de setembro, em todas as unidades administrativas e operacionais da empresa e nas instalações da Transpetro. 

“A nova greve dos petroleiros ocorrerá em protesto ao novo Plano de Negócios da Petrobras, que representa um verdadeiro desmonte da empresa, cujos impactos já estão ocorrendo em várias unidades do país, com milhares de demissões de trabalhadores terceirizados e cortes em despesas, que colocam em risco conquistas históricas da categoria”, disse a entidade em nota publicada em seu site.

Vale 
A Vale (VALE3; VALE5) conclui a venda de participação na MBR, anunciada no dia 30 de julho, por R$ 4 bilhões.

Educacionais
O Ministério do Planejamento alocou para o ano que vem um orçamento de R$ 18,8 bilhões para o Fies (financiamento estudantil do governo), segundo Valor. Esses recursos serão destinado ao pagamento de quase 2 milhões de contratos do programa, além de uma parte deste ano que o governo se comprometeu a quitar em 2016. Neste ano, a verba ficou em R$ 16,6 bilhões. 

Analistas do Santander comentaram que o orçamento do ano que vem pode aliviar preocupações do mercado sobre novos cortes em novos contratos do Fies e trazer impacto positivo para as empresas do setor. Na Bolsa, Kroton (KROT3), Estácio (ESTC3), Ser Educacional (SEER3) e Anima (ANIM3) são expostas ao Fies. 

Fibria
A Fibria (FIBR3) processou a Eldorado em R$ 100 milhões por clonagem, segundo o Valor. A ação representa mais um capítulo da disputa judicial iniciada em 2013 entre as duas companhias, diante da suspeita de uso indevido de um clone de eucalipto registrado pela Fibria em plantios da Eldorado.

Oi
A Oi (OIBR4) aprovou, em assembleia geral extraordinária realizada ontem, proposta de conversão na proporção de 0,9211 ação ordinária para cada ação preferencial detida, segundo comunicado ao mercado. A implementação da conversão voluntária está sujeita à adesão mínima de acionistas titulares de dois terços das ações preferenciais ex-tesouraria. O prazo para conversão vai até 1° de outubro. 

Eletrobras
Ontem, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que vê nos planos de desinvestimento das estatais do setor, como a Eletrobras (ELET3; ELET6), uma oportunidade para aliviar os caixas das empresas e propiciar o pagamento de dividendos à União nesse período de crise. O desinvestimento mais próximo de acontecer é a venda da distribuidora de energia de Goiás, a Celg, hoje controlada pela Eletrobras, segundo o ministro.

CSN
Segundo apurou o Broadcast, o elevado endividamento da CSN (CSNA3) tem prejudicado outras holdings controladas pela empresa, com a Rio Iaco e Vicunha Aços, cujos endividamentos somam cerca de de R$ 3 bilhões, enquanto os juros anuais estariam em torno de R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, já embutindo a movimentação recente da Selic.

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Para fazer frente a esses compromissos, a siderúrgica precisaria distribuir em proventos anuais mínimos, entre dividendos e juros sobre capital próprio, entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões de forma a evitar que a família precise tirar dinheiro do bolso para pagar a remuneração aos credores, afirmou uma fonte que acompanha o assunto ao Broadcast.

Light 
A Light (LIGT3) foi colocada em revisão para rebaixamento pela Moody’s, devido a descumprimentos de covenants, como foi anunciada pela empresa em 13 de agosto, após divulgação do balanço do segundo trimestre. As covenants são cláusulas contratuais que determinam limites administrativos para quem toma um empréstimo. 

Cartões
A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) movimentou um montante de R$ 509 bilhões no primeiro semestre, alta de 10% sobre o mesmo período do ano anterior. Segundo o analista Pedro Galdi, da consultoria What’sCall, indicadores positivos divulgados para o setor podem ajudar o desempenho das ações da Cielo (CIEL3) hoje.