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É o que destaca o analista de grãos da DATAGRO Consultoria, Flávio França Jr. Segundo ele, entre 25 a 40% da área de grãos do país vizinho apresenta déficit de umidade no solo.
De acordo com França Jr., o comprometimento da safra argentina poderá repercutir em uma pressão altista para o mercado de grãos. “Para que isso não ocorra, é preciso chover nas regiões agrícolas da Argentina, mas as previsões meteorológicas não indicam volumes capazes de reverter o déficit hídrico existente.”
Ademais, o analista destaca que o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) previsto para a próxima sexta-feira (12) poderá trazer surpresas no tocante, por exemplo, a um recuo nas estimativas de embarques de soja pelos Estados Unidos neste ano. “Caso isso se concretize, poderá acarretar em elevação dos estoques norte-americanos, trazendo impactos negativos para as cotações futuras da oleaginosa.”
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