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O governo federal lançou hoje (24) o “Plano Agro +”. A estratégia consiste em 69 medidas elaboradas com o objetivo de modernizar e desburocratizar normas e processos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Em nota, o Ministério da Agricultura disse que medidas do plano serão implementadas imediatamente. Entre as ações previstas está o fim da reinspeção em portos e carregamentos vindos de unidades com Serviço de Inspeção Federal (SIF). Com a eliminação desses entraves, o setor privado e o governo devem ter um ganho de eficiência estimado em R$ 1 bilhão ao ano. Esse valor representa 0,2% do faturamento anual do agronegócio brasileiro, calculado em cerca de R$ 500 bilhões.
“A iniciativa busca justamente otimizar os recursos para proporcionar ganhos ao setor produtivo, que poderá assim gerar mais emprego e renda ao longo da cadeia do agronegócio”, destacou o ministro Blairo Maggi.
Os principais gargalos burocráticos foram identificados por um grupo de trabalho criado pela ministério. Os técnicos da pasta analisaram 315 demandas do setor produtivo e estabeleceram 69 medidas para implantar nesta primeira fase do Agro +. Com isso, o governo atenderá reivindicações de 88 entidades representativas do agronegócio brasileiro.
“O plano será ampliado em 60 e em 120 dias, quando novas normas e processos deverão ser simplificados”, ressaltou o secretário-executivo do Mapa, Eumar Novacki.
As principais diretrizes do Plano Agro +:
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- Fim da reinspeção nos portos e carregamentos vindos de unidades com SIF;
- Lançamento do sistema de rótulos e produtos de origem animal;
- Alteração da temperatura de congelamento da carne suína (-18ºC para -12ºC);
- Revisão de regras de certificação fitossanitárias;
- Aceite de laudos digitais também em espanhol e inglês.