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SÃO PAULO – O governo norte-americano prepara a montadora General Motors para um pedido de concordata até o início do mês de junho, revelaram agências internacionais nesta segunda-feira (13).
Citando fontes relacionadas às negociações, a direção da empresa, o departamento do Tesouro e membros do grupo de trabalho para o setor automobilístico realizaram reuniões constantes desde a última semana.
A companhia teria limite até 1 de junho para chegar a acordo com credores, para a transformação de títulos detidos em ações, assim como negociar concessões com organizações sindicais. Tais opções, todavia, parecem cada vez mais distantes.
Alternativa forçada
Sem opções, a companhia seria forçada a pedir concordata. Uma das possíveis estratégias a ser adotada repousa sobre a criação de uma nova GM, detentora dos ativos bem avaliados, que receberia empréstimos de até US$ 7 bilhões e deixaria a concordata em não mais que duas semanas.
Já os ativos indesejados permaneceriam com a velha empresa, cuja liquidação poderia ocorrer aos poucos, ao passo em que o poder público concederia crédito em quantia superior a US$ 70 bilhões.