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O governo pretende divulgar na próxima terça-feira, dia 12 de junho, o primeiro balanço do plano federal de racionamento de energia elétrica para o sistema Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, além de deixar mais claro o racionamento será estendido à região Norte do país. O racionamento começou em primeiro de junho para consumidores industriais e comerciais e em 4 de junho para consumidores residenciais. A meta é reduzir o consumo em 20%, nas residências e no comércio, enquanto na indústria, o percentual varia de 15% a 25%.
Além disso, o Ministério da Fazenda programa para o fim do mês de junho um relatório de inflação que trará a avaliação federal sobre a influência do programa de racionamento de energia na economia. O governo já trabalha com a idéia de que é provável uma inflação medida pelo IPCA, superior aos 4% previstos nas metas federais para este ano, mas garantiu que não passará de 6%, obedecendo à margem de tolerância de dois pontos percentuais, também prevista na meta. Outra má notícia, que já é esperada, trata do impacto cambial sobre a dívida líquida do setor público que terá a projeção de R$ 612,5 bilhões revista.
O Ibovespa operava há pouco em queda de 0,45% em relação ao fechamento anterior, sendo cotado a 15.395 pontos. O IEE, índice setorial, que mede o desempenho das empresas de energia elétrica listadas na Bovespa, operava há pouco em alta de 0,71%, sendo cotado a 4.411 pontos.