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SÃO PAULO – O governo chinês poderá anunciar a exigência da redução nos empréstimos bancários para conter o forte crescimento econômico do país, informam diversas agências internacionais nesta segunda-feira (19).
De acordo com os relatos, é comum que o governo exija uma redução nas concessões e empréstimos no final do ano. Desta vez, porém, as exigências e pressões têm sido maiores, dizem as fontes.
O limite de empréstimos deverá ser respeitado em um aumento de 15%, margem oficial para 2007, o que levaria muitas instituições a cortarem agressivamente as concessões no final do ano.
Inflação
Uma das preocupações dos analistas em relação à economia chinesa, em função do crescimento econômico exagerado, é a inflação. De acordo com relatório publicado pelo banco Deutsche Bank, a pujança econômica tem elevado as pressões inflacionárias.
Os analistas, contudo, lembram que ainda existe um espaço antes que os números dos índices de preços se tornem alarmantes. O PIB (Produto Interno Bruto) chinês cresceu 11,5% no terceiro trimestre.
Reservas
Ainda segundo as agências de notícias internacionais, a China estaria sob grande pressão para preservar o valor das suas reservas de moeda, com grande exposição em dólar.
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Com a expressiva desvalorização da moeda norte-americana, o país tem perdido o valor das suas reservas. De acordo com o banco BMO (Bank of Montreal), o superávit comercial chinês chegou a US$ 213 bilhões nos dez primeiros meses do ano, “e caminham para aproximadamente US$ 270 bilhões”.