Governo anuncia segunda versão do PAC e terá Dilma Rousseff na apresentação

PAC 2 prevê investimentos de R$ 1,59 trilhão, sendo R$ 1,092 trilhão reservado para gastos com energia elétrica e petróleo e gás

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SÃO PAULO – O governo federal lança oficialmente nesta segunda-feira (29) a segunda edição do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O evento contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Fazenda Guido Mantega e da pré-candidata à Presidência, a ministra Dilma Rousseff (PT).

Segundo o Governo, estão previstos investimentos de R$ 1,59 trilhão para o PAC 2, sendo que deste montante, cerca de R$ 958,9 bilhões serão gastos entre 2011 e 2014.

Entre as principais áreas a serem destinadas os recursos, a de energia ganha destaque com R$ 1,092 trilhão previsto em investimento. Somente para o setor de petróleo e gás, o governo planeja gastos de R$ 879 bilhões, enquanto os de energia elétrica são de R$ 136,6 bilhões.

Outras áreas
Para o segmento de saneamento, os investimentos previstos giram em torno de R$ 22,1 bilhões, com a expectativa de melhora e ampliação das redes coletoras, estações elevatórias, interceptores, estações de tratamento, aterros sanitários e modernização tecnológica.

Além disso, outros R$ 18 bilhões estão estimados para investimentos na área de mobilidade urbana (R$ 18 bilhões), seguidos pela prevenção em áreas de risco (R$ 11 bilhões) e pavimentação (R$ 6 bilhões).

De olho em outubro
Ao lado de ministros, governadores, prefeitos e empresários, de Lula e de Guido Mantega, Dilma Rousseff (PT), ministra da Casa Civil, deverá anunciar sua despedida do Governo, para se dedicar inteiramente à campanha presidencial.

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A ministra será a responsável por apresentar as diretrizes sobre o PAC 2, uma das principais estratégias de campanha do Partido dos Trabalhadores.

A legislação eleitoral obriga os candidatos a cargos do executivo a deixarem seus cargos ocupados até o dia 3 de abril se forem disputar as eleições em outubro. José Serra, PSDB, também precisará abandonar o governo de São Paulo para entrar na corrida presidencial.