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SÃO PAULO – Fusões e aquisições não estão nos planos da GOL (GOLL4) por hora, informaram os executivos da companhia em teleconferência de apresentação dos resultados do terceiro trimestre.
De acordo com a diretoria da empresa, o modelo de negócios da GOL – baixo custo e baixas tarifas – teria que ser o foco de qualquer conversa abordando fusões e aquisições, já que a companhia não abriria mão dessa estratégia. Contudo, os executivos, incluindo Constantino de Oliveira Jr, afirmaram que não há negociações em curso nesse sentido.
Comentando o movimento de consolidação do setor – incluindo a união das operações entre Lan e TAM (TAMM4), Constantino não mostrou preocupação. “Operamos com baixo custo e baixa tarifas, e nesse sentido a empresa é a maior na América Latina (…) Entendemos que a GOL tem condições de competir com qualquer concorrente de qualquer tamanho”.
Sem captações
Os executivos também não preveem captações no mercado no curto prazo. “A captação é dinâmica, porque é combinação de caixa operacional, o que precisamos manter em caixa em relação a receita líquida, e endividamento. Combinando essas coisas vemos quando é hora de captar ou não para financiar plano de expansão”, explicaram.
Apesar disso, os executivos afirmaram que ficam atentos às condições de mercado e, em caso de condições favoráveis, é possível que haja sim uma captação estratégica de recursos. “Não vejo pressão para termos que captar no curto prazo”, completaram.