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SÃO PAULO – Através de nota enviada ao mercado nesta quinta-feira (12), o CFO (Chief Financial Officer) da General Motors, Ray Young, declarou que os US$ 2 bilhões em fundos adicionais que havia pedido ao governo dos Estados Unidos não são necessários, pelo menos no momento.
O fato de declinar o empréstimo mostra que a montadora está comprometida em reduzir custos e tornar-se rentável, segundo o comunicado. Enfrentando a possibilidade de entrar em concordata, a empresa está operando com o empréstimo federal de US$ 13,4 bilhões obtido no final do ano passado.
Corte de custos
A GM está reduzindo os salários de executivos e vai eliminar 47.000 empregados este ano, como parte da reestruturação condiciona ao empréstimo requisitado ao governo dos EUA.
Os recursos utilizados fazem parte do plano de US$ 16,6 bilhões em novos empréstimos federais que a empresa solicitou em fevereiro, na apresentação de seu plano de reestruturação ao Tesouro dos EUA.
Ações disparam
Em resposta, as ações da empresa disparam 15% na bolsa de Nova York, cotadas a US$ 2,17.