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SÃO PAULO – Influenciado pela instabilidade verificada na renda variável internacional diante da vasta agenda econômica dos EUA e desempenho ruim do setor tecnológico do país, o Global 40 terminou em alta nesta sexta-feira (15). Paralelamente, a desvalorização do barril de petróleo e, conseqüentemente, o bom desempenho das aéreas foram bem recebidos pelos investidores.
Em meio à indefinição dos índices acionários externos pela tarde, o preço dos Treasuries fechou em alta e os títulos da dívida externa brasileira acompanharam esse movimento. Como a apreciação dos papéis do Tesouro norte-americano foi mais expressiva, o risco-país sofreu alta.
Se por um lado o NY Empire State Index veio na contramão das projeções de um recuo ao trazer alta em agosto, a confiança do consumidor, embora tenha crescido na passagem mensal, veio aquém do esperado. O Industrial Production também surpreendeu positivamente, reiterando o tom de incerteza dos investidores.
Global 40 e risco-Brasil avançam
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,38% na noite desta sexta-feira, cotado a 133,80 centavos de dólar.
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 238 pontos-base, alta de 4 pontos em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 133,80 | 133,30 | +0,38 |