Global 40 opera com tímida elevação; risco-Brasil cai 1 ponto-base

Fracasso do plano de resgate às montadoras no Senado dos EUA domina noticiários; risco-Brasil atinge 491 pontos-base

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SÃO PAULO – Entre a rejeição do pacote de auxílio ao setor automotivo dos EUA pelo Senado e indicadores negativos sobre a economia dos país, as bolsas externas experimentam mais um pregão negativo. Em reflexo, o Global 40 mostra tímido avanço de 0,08%, cotado a 120,00 centavos de dólar.

A Casa Branca se mostrou disposta a prover assistência e anunciou que está considerando a possibilidade de usar parte do plano de US$ 700 bilhões para evitar a quebra de montadoras. Por outro lado, a forte resistência do partido republicano impediu que o plano de ajuda a empresas como General Motors e Chrysler, no valor de US$ 14 bilhões, fosse aprovado pelo Congresso.

Apesar do clima de instabilidade nos mercados acionários, o preço dos Treasuries segue com recuo, e os títulos da dívida externa brasileira contrariam esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano em relação aos Globais determina o indicador risco-Brasil.

Global 40 sobe

O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, opera em alta de 0,08% na tarde desta quarta-feira, cotado a 120,00 centavos de dólar.

O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan opera a 491 pontos-base, queda de 1 pontos em relação ao fechamento anterior.

Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:

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Ativo Último Anterior Var %
Global 40 120,00 119,90 +0,08