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SÃO PAULO – Em mais um dia instável no Ibovespa, que registrava queda de 0,62% às 12h50 (horário de Brasília), a 55.998 pontos, chama atenção as ações das empresas produtoras de commodities, que ajudam a puxar esse desempenho negativo do índice.
As ações da Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 16,94, -2,59%) e Gerdau (GGBR4, R$ 13,30, -2,35%) voltam a figurar entre as maiores quedas do benchmark brasileiro, enquanto a Vale (VALE3; VALE5), que possui a maior participação individual na composição da carteira teórica do Ibovespa, opera em queda na faixa de 1%.
Os papéis da Bradespar (BRAP4), holding que detém participação nas ações da mineradora, também registram perdas de 0,78%, sendo cotados a R$ 23,01.
Além dessas, a fabricante de papel e celulose Klabin (KLBN4) também recua 0,44%, a R$ 13,44, após atingir perdas de 2% na mínima do dia, a R$ 13,23.
Fibria sobe com possível venda bilionária de terras
Também no setor, as ações da Fibria (FIBR3) registram forte alta de 2,67%, a R$ 22,67, sendo uma das únicas ações que refletem hoje o noticiário corporativo. Na máxima do dia, os papéis atingiram ganhos de 2,9%, a R$ 22,72.
Segundo reportagem da Bloomberg, a empresa busca levantar R$ 1 bilhão com venda de terras para reduzir seu endividamento (atualmente em 2,5 vezes seu lucro, antes de juros, impostos, depreciação e amortização, medido pelo Ebitda) e recuperar seu grau de investimento.
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De acordo com a publicação, a empresa está em negociação com fundos de pensão locais e dos Estados Unidos para vender até 250.000 hectares de terra, uma área equivalente ao dobro do tamanho da cidade de Nova York, disse fonte que pediu para não ser identificada porque as discussões são privadas.
Disparada das imobiliárias continua
Já no setor imobiliário, as ações da Brookfield, MRV Engenharia e PDG Realty seguem em forte movimento ascendente e registram nesta sessão valorização de 2,12%, 2,03% e 1,60%, respectivamente, a R$ 1,93, R$ 7,53 e R$ 2,54.
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Elétricas corrigem forte alta dos últimos dias
Por outro lado, as ações do setor elétrico apresentam movimento de correção nesta sessão depois de registrarem forte alta nos últimos dias, sendo elas: Cesp (CESP6, -3,62%, R$ 21,29), Copel (CPLE6, -2,86%, R$ 35,95), AES Tietê (GETI4, -2,47%, R$ 22,53), Energias do Brasil (ENBR3, -1,53%, R$ 12,90), Light (LIGT3, -1,13%, R$ 19,28), Tractebel (TBLE3, -1,09%, R$ 37,23) e Cemig (CMIG4, -1,07%, R$ 23,06).
Os ativos da Energias do Brasil subiram 3 vezes em cinco pregões; os da Light, Copel, Tractebel e AES Tietê, registraram alta 4 vezes em cinco sessões; e os da Cemig, avançaram nos últimos cinco pregões consecutivos.