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SÃO PAULO – O adiamento, de outubro para dezembro dos leilões de energia A-3 e A-5, com início de fornecimento de energia em 2015 e 2017, não diminuiu o apetite das geradoras por novos negócios, afirma matéria do jornal Valor Econômico.
A MPX (MPXE3), empresa de energia do grupo EBX, aprovou a contratação do BTG Pactual para fazer a assessoria financeira da companhia nos dois leilões. A MPX inscreveu 521,9 megawatts de capacidade. Desse total, 363,2 MW pertencem a térmicas a gás e 158,7 MW são referentes a parques eólicos.
O presidente de Furnas, Flavio Decat, disse que a empresa possui 2 mil MW de projetos eólicos desenvolvidos a espera de contratos nos leilões de energia. A também estatal Eletrosul inscreveu 500 MW de projetos eólicos para o leilão “A-3” e avalia a possibilidade de incluir parques no leilão A-5.
Já a Renova Energia, braço da Light (LIGT4) e Cemig (CMIG4) no segmento eólico, pretende participar com 270 MW de novos parques nos leilões.