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11h44: Vale (VALE3, R$ 17,60, -1,23%; VALE5, R$ 14,78, -0,47%)
As ações da Vale viram para queda após buscar uma recuperação nesta manhã da queda registrada na véspera. Os papéis da companhia caem apesar da alta do minério de ferro. A commodity subiu 0,98%, a US$ 50,55 a tonelada, segundo cotação do porto de Qingdao, na China. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 9,81, -0,81%), holding que detém forte participação na Vale.
Ontem, os papéis da companhia caíram na Bolsa após forte euforia na segunda-feira, quando as ações subiram 6,6% em um movimento que foi visto como “exagerado” pelo mercado diante de um anúncio da mineradora que foi mal compreendido.
11h41: Gafisa (GFSA3, R$ 2,60, +2,36%)
As ações da Gafisa amenizam os ganhos após subirem mais de 5% mais cedo depois da prévia do segundo trimestre. Com a alta, os papéis alcançam seu maior patamar desde metade de maio. Os lançamentos consolidados da Gafisa cresceram 16,5% no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 482 milhões.
Segundo o BTG Pactual, os resultados operacionais vieram melhores do que o esperado, influenciados principalmente por melhoras significativas nas operações da Tenda. No período, a divisão Gafisa lançou 19,7% a menos, enquanto os projetos apresentados ao mercado pela Tenda mais do que dobraram, com aumento de 131,7%, quando comparado com o segundo trimestre de 2014.
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10h37: Gol (GOLL4, R$ 6,92, -0,29%)
O conselho de administração da Gol aprovou aumento de capital de R$ 461,3 milhões, mediante emissão de cerca de 64 milhões de ações preferenciais, no âmbito da operação de capitalização fechada entre a companhia, seu controlador, o FIP Volluto, e a Delta Air Lines.
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O preço de emissão foi fixado em R$ 7,20 por ação. O FIP Volluto comprometeu-se a investir até 90 milhões de dólares mediante exercício de direito de preferência na subscrição de aproximadamente 61 por cento das novas ações a serem emitidas, enquanto a Delta se comprometeu com aproximadamente 2,9 por cento e eventuais sobras, totalizando até 56 milhões de dólares.
10h35: Embraer (EMBR3, R$ 24,39, +0,45%)
A carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) da Embraer atingiu R$ 22,9 bilhões no segundo trimestre, frente a R$ 20,4 bilhões no primeiro trimestre, informou a fabricante de aeronaves nesta quarta-feira. No período de abril a junho, a Embraer entregou 27 jatos para a aviação comercial e 33 para a aviação executiva, em um total de 60 aeronaves – diante de 58 entregues no mesmo período no ano passado, informou a Embraer em comunicado.
10h20: JBS (JBSS3, R$ 15,51, -1,84%)
As ações da JBS aparecem como a maior queda do Ibovespa nesta manhã. Ontem, a companhia confirmou o fechamento de seu segundo frigorífico no Mato Grosso em menos de 15 dias. A companhia encerrou suas operações de uma unidade em Matupá, podendo causar a demissão de cerca de 200 trabalhadores.
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10h08: Siderúrgicas
As ações Gerdau (GGBR4, R$ 6,60, +1,23%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 4,74, +1,28%) operam como as maiores altas do Ibovespa na abertura do pregão depois de desabarem na véspera após anunciar uma reestruturação de suas operações, envolvendo um desembolso de quase R$ 2 bilhões para comprar fatias minoritárias em suas controladas. Tanto o “timing” do negócio quando o valor pago foram questionados pelo mercado, levando ontem os papéis das duas companhias a queda de 7,5% e 10,5%, respectivamente. Com a desvalorização, as ações da Gerdau fecharam a R$ 6,52, no menor patamar desde 1° de agosto de 2005.
Veja mais em: Gerdau paga “caro” pela simplificação: reestruturação veio na hora errada
Embora com movimento não tão acentuado, as demais siderúrgicas listadas na Bolsa também caíram ontem, em meio a dados ruins para o setor e depois de um dia de euforia no mercado na segunda-feira. Hoje, os papéis da CSN (CSNA3, R$ 4,82, +1,05%) e Usiminas (USIM5, R$ 4,31, +0,94%) sobem.