Futuros dos EUA abrem em queda, à espera de indicador sobre indústria

Chicago PMI será anunciado ainda nesta manhã, enquanto investidores avaliam dados sobre renda e gastos da população

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SÃO PAULO – Após dados sobre a renda e os gastos da população surtir pouco efeito sobre as negociações dos contratos futuros sobre índice de ações, os principais índices acionários também iniciam os negócios desta sessão em ligeira queda, no aguardo do Chicago PMI (Purchasing Manager’s Index), o qual mede a atividade industrial na região.

Segundo expectativas compiladas pelo portal Briefing, o dado deve recuar de 62,2 pontos em março para 60,0 em abril.

Mais cedo, foi divulgado que embora a renda da população tenha acelerado o ritmo de crescimento e surpreendido os analistas, os gastos dos consumidores se desacelerou mais do que era esperado. Enquanto isso, o núcleo do PCE (Personal Consume Expenditure) – medida oficial de inflação do governo – se acelerou para 0,2% em março, conforme previsto.

O Personal Income, que mede a renda dos cidadãos norte-americanos, avançou 0,4% em março, uma ligeira alta frente aos 0,3% do mês anterior, enquanto os gastos se desaceleraram para 0,3%, ante a alta de 0,9% de fevereiro.

No noticiário econômico, o destaque fica por conta da confirmação de que a Espanha retornou à recessão no primeiro trimestre deste ano, período no qual a economia encolheu 0,3%. Com uma elevada taxa de desemprego no país e corte na nota de crédito do país pela Standard & Poor’s na semana passada, crescem os temores de que o país necessite de uma assistência financeira.

Por sua vez, as ações da Barnes & Noble chamam atenção no início dos negócios do pré-market, já que disparam 91,6% após anunciar uma parceria com a Microsoft, com a criação de uma subsidiária controlada majoritariamente pela Barnes & Noble e com um investimento de US$ 300 milhões pela Microsoft. A parceria deve fortalecer o segmento de livros eletrônicos da livraria.

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