Futuros de NY sobem antes de dados de inflação e possível decisão sobre tarifas

Também será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre, com projeção de crescimento de 3%

Felipe Moreira

REUTERS/Jeenah Moon
REUTERS/Jeenah Moon

Publicidade

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (20), enquanto investidores aguardam uma série de dados econômicos e uma possível decisão da Suprema Corte sobre as tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump.

O mercado acompanha a divulgação do índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), referente a dezembro, principal termômetro de inflação observado pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). A expectativa é de alta de 0,3% na comparação com novembro e de 2,8% na base anual. Também será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre, com projeção de crescimento de 3%.

Estados Unidos

A temporada de balanços segue a todo vapor, com a Nvidia e a Dell previstas para divulgarem seus balanços na próxima semana, o que pode indicar a extensão da queda nas ações de empresas de IA que alguns analistas consideram exagerada.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

Ásia-Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após os três principais índices de Wall Street terem recuado durante a noite, pressionados pela queda das ações de crédito privado e pelas tensões entre Irã e Estados Unidos.

O índice Kospi, da Coreia do Sul, atingiu nova máxima pela segunda sessão consecutiva, impulsionado por uma alta nas ações de semicondutores e do setor de defesa.

Continua depois da publicidade

Europa

Os mercados europeus operam em alta, com os investidores aguardando dados econômicos e mais balanços corporativos, enquanto monitoram as tensões entre os EUA e o Irã.

Commodities

Os preços do petróleo subiram para o maior patamar em seis meses, com o presidente dos EUA, Donald Trump, alertando que o Irã tinha, no máximo, 10 dias para chegar a um acordo sobre seu programa nuclear, enquanto os EUA mobilizavam uma vasta gama de forças no Oriente Médio.

Bitcoin

(Com Reuters e Bloomberg)