Futuros de NY caem com nova alta do petróleo, apesar da liberação de reservas

Agência Internacional de Energia (AIE) pretende liberar 400 milhões de barris de petróleo

Felipe Moreira

(Reprodução: Imagem de Tumisu por Pixabay)
(Reprodução: Imagem de Tumisu por Pixabay)

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Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (12), pressionados pela valorização do petróleo após um ataque a petroleiros em águas iraquianas, mesmo diante do anúncio de liberação de reservas estratégicas.

A Agência Internacional de Energia (AIE) pretende liberar 400 milhões de barris de petróleo após a interrupção no fornecimento causada pela guerra com o Irã, a maior ação desse tipo na história da organização. A AIE não estabeleceu um cronograma para quando os estoques chegarão ao mercado.

Os Estados Unidos liberarão 172 milhões de barris de petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo para ajudar a reduzir os custos de energia, disse o secretário de Energia, Chris Wright, na noite de quarta-feira, em território americano.

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Estados Unidos

Além do conflito no Irã, os investidores também estão de olho nos pedidos semanais de auxílio-desemprego e nos dados de início de novas construções residenciais, que serão divulgados na manhã desta quinta. O índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) será divulgado na sexta-feira

Veja o desempenho dos mercados futuros:

Ásia-Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa, à medida que a guerra com o Irã continua a alimentar a volatilidade do petróleo.

Europa

Os mercados europeus operam no vermelho, com a alta dos preços do petróleo, apesar da liberação de reservas.

Commodities

O preço do petróleo Brent voltou a ultrapassar brevemente o patamar US$ 100 depois que a guerra com o Irã provocou mais turbulências no transporte marítimo no Oriente Médio e a China intensificou as restrições à exportação de combustível para lidar com as consequências do conflito.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, com a retomada da produção nas siderúrgicas de Hebei.

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Bitcoin

(Com Reuters e Bloomberg)